Presidentes de empresa em reflexão

São Paulo - Sem autoridade e, de preferência, sem gravata. Essa é a imagem do novo presidente de empresas que anda fazendo a cabeça de executivos em todo o país.

Isso porque as pessoas estão exigindo cada vez mais do próprio trabalho: não basta ser uma grande empresa, é preciso que ela seja coerente e que valorize cada profissional. O mercado de trabalho aquecido aumentou a demanda por talentos e segurar essa turma dentro de casa passa a ser fundamental. 

Por isso, os presidentes de empresa tem "derrubado" as paredes que separam suas salas da operação - em alguns casos literalmente. Aquele senhor sentado na cabeceira da mesa está dando lugar para um indivíduo descolado da cadeira e cada vez mais conectado com seus funcionários, para mostrar para eles que as ideias vindas de toda a parte são bem recebidas.

Roberto Setubal, presidente do Itaú, conta estar procurando ouvir mais.“Diferentemente de anos atrás, ouvir e dialogar com sua equipe tornou-se natural”, afirma. Veja, a seguir, o que ele e mais cinco presidentes de grandes empresas consideram fundamental em uma gestão bem sucedida de um presidente de empresa.

Tópicos: Desempenho, Gestão, Eficiência, Estratégia, Gestão de negócios, Presidentes de empresa