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São Paulo - Depois de identificar um rombo de 1,3 bilhão de reais nas contas do Cruzeiro do Sul, o Banco Central decretou intervenção na instituição e afastou seus controladores, representados pela família Indio da Costa. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o Cruzeiro do Sul teria contabilizado pelo menos 300.000 empréstimos fictícios.
Com a decisão, o banco passou a ser administrado pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na segunda-feira. Nos bastidores, sua venda estava sendo costurada ao BTG Pactual, mas as negociações fracassaram. Segundo o FGC, o BTG queria garantias adicionais para assumir o banco, se precavendo da possibilidade do rombo ser ainda maior. Depois da PricewaterhouseCoopers terminar uma auditoria nas contas do banco, o FGC procurará um novo comprador para o negócio. A expectativa é que a instituição seja passada adiante em menos de seis meses.
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