Aguarde...
Venda de ativosPetrobras pretende continuar na Argentina
TelecomunicaçõesCisco anuncia Rodrigo Dienstmann no comando no Brasil
MPX confirma compromisso de tornar térmica bicombustível
BônusPetrobras deve trazer recursos para o Brasil em até 5 dias
BilionáriosBill Gates volta a ser o mais rico do mundo, diz Forbes
ResultadosHP tem queda no lucro trimestral, mas eleva estimativa anual
Visita de CEO globalBayer continua otimista com Brasil, mas deve crescer menos
VarejoCasino pode vender time de futebol do GPA fundado por Abilio
CustosIndústrias de soja amargam margens reduzidas pela logística
MercadoBB lidera ranking de emissões de renda fixa em 2013
Loja Colombo: rede varejista tem bons motivos para ser tão almejada pelos concorrentes
São Paulo – Não é a primeira vez que a Lojas Colombo é alvo de especulações de que está à venda. A coluna Radar da edição desta semana de Veja afirmou que a varejista gaúcha contratou o Bradesco para buscar um comprador.
Mais uma vez, a rede negou que esteja à venda, e declarou que a relação com o Bradesco tem a ver com a sociedade que ambas as companhias possuem na financeira Crediare.
A rede não é apontada pelos especialistas como a eterna noiva do setor varejista de graça. A Colombo possui atrativos que podem interessar, e muito, os concorrentes.
Veja, a seguir, cinco motivos que explicam por que a rede é com grande frequência alvo de especulações:
Faturamento bilionário
Pouco se sabe sobre o quanto a Lojas Colombo lucra com seus negócios, pois a rede, por não ter capital aberto, não precisa publicar seus números. Mas o faturamento de mais de 1 bilhão de reais e os mais de 340 pontos de vendas espalhados por cinco estados brasileiros despertam a atenção dos concorrentes.
Se bem administrada, a receita bilionária que a varejista possui pode gerar bons ganhos e, com certeza, de olho na rentabilidade que o negócio pode oferecer, outras varejistas almejam tanto comprar a rede sulista.
Falta clareza na sucessão da companhia
Estabelecida no final da década de 50, a rede até hoje é presidida por seu fundador, Adelino Colombo, de 80 ano – e ainda não está claro quem vai sucedê-lo. Há rumores de que os quatro filhos do empresário não estão dispostos a dar continuidade ao legado do pai. Tanto que, no final do ano passado, Colombo contratou um braço-direito para assumir a função de diretor-superintendente da rede e assim diminuir a carga de trabalho e responsabilidades na companhia.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados