São Paulo – Ganhar dinheiro leva tempo. A exceção a essa regra são cinco pessoas que, com menos de 40 anos, integram a lista dos 124 bilionários brasileiros publicada esse mês pela revista Forbes Brasil. Entre os caçulas do grupo, destacam-se herdeiros de grandes empresas e jovens empreendedores. Saiba quem são eles:

Gilberto Schincariol Júnior

O mais jovem de todos os bilionários brasileiros é Gilberto Schincariol Júnior. Aos 29 anos, o herdeiro da cervejaria que leva o nome da família já reuniu patrimônio de 2,3 bilhões de reais. Dono de 49,55% da empresa, ele vendeu sua parte nas ações para o grupo japonês Kirin. Hoje, ele é o 65º na lista dos homens mais ricos do Brasil, segundo a Forbes.

Adriano e Alexandre Schincariol

Primos de Gilberto, Adriano e Alexandre Schincariol também figuram na lista dos homens mais ricos do país. Com 36 e 38 aos, respectivamente, ele herdaram cerca de 50% das ações da companhia após a morte do pai, José Nelson, em 2003. Com a venda da cervejaria ao grupo Kirin, os irmãos ganharam 3,9 bilhões de reais– o que justifica a atual 40ª posição de ambos no ranking da Forbes Brasil.

Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela

Única mulher entre os cinco bilionários brasileiros abaixo de 40 anos, Ana Lúcia Villela é acionista da Itaú S.A, holding que reúne as empresas ligadas ao banco. Sua fortuna foi avaliada pela Forbes Brasil em cerca de 2,1 bilhões de reais e lhe rendeu a 72ª posição na lista dos brasileiros mais endinheirados.

Eduardo Saverin

Eduardo Saverin é o único da lista dos jovens ricos que não é um grande herdeiro. Colega de Mark Zuckenberg no curso de Economia da Universidade de Harvard, ele fundou com o amigo o Facebook em 2004. Desde então, a rede social já rendeu mais de 5,6 bilhões de reais ao empreendedor. O 24º brasileiro mais rico do mundo aparece em 5º na lista dos 29 maiores bilionários do mundo com menos de 40 anos organizada pela Forbes Brasil.

A lista

Publicada na última sexta, a lista de bilionários brasileiros organizada pela Forbes Brasil mostra que os grandes clãs ainda dominam grande parte da riqueza do país. O primeiro lugar ficou com Jorge Paulo Lemann, sócio da AB Inbev – gigante do ramo das bebidas. Em 2012, a mesma posição fora ocupada por Eike Batista, que nesse ano despencou para o 52º lugar.

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