Aguarde...
ViradaDepois de apoiar e-books, Stephen King aposta em impressos
Estreia"Star Trek" lidera bilheteria no fim de semana nos EUA
AquisiçãoYahoo aprova acordo de US$ 1,1 bi para comprar Tumblr
Vai esperar Tumblr considera oferta do Yahoo "baixa"
Resumo As 10 notícias de negócios mais importantes da semana
ApólicesSeguro de pessoas cresce 17% no 1º tri
AquisiçãoCSN entra em processo por ativos da Thyssen nos EUA e Brasil
CapitalOSX anuncia plano de negócios de US$ 380 mi até 2014
VeículosVendas de autos somaram 155 mil na 1ª quinzena
Tok Stok: 60% da empresa foi comprada pelo Carlyle recentemente por R4 700 milhões
São Paulo – O potencial de crescimento do mercado brasileiro, em meio à dificuldade econômica de outros países, tem atraído cada vez mais a atenção de investidores reunidos em private equity. Com grande apetite a risco e muito dinheiro no bolso, esses fundos estão em busca de empresas que possam trazer retornos maiores em comparação com outros ativos.
O capital disponível para tal finalidade nunca foi tão grande. “Há hoje estimados 12 bilhões de dólares para serem investidos em cerca de 500 companhias brasileiras, um recorde”, afirmou Patrice Etlin, sócio da Advent International, durante o Conef, Congresso Nacional de Executivos de Finanças, realizado hoje na capital paulista. A Advent tem investimentos na Kroton, Quero-Quero, Dufry, entre outras empresas.
No evento, executivos do setor de finanças debateram sobre como investimentos desse tipo já evoluíram no país e os desafios para que novos aportes aconteçam. “No Brasil, o mercado financeiro ainda é maior que o de capitais, situação diferente do que acontece em países mais desenvolvidos, e nosso desafio é chegar nesse patamar”, disse Manoel Felix de Cintra Neto, presidente do Banco Indusval & Partners.
Ao serem questionados sobre quais empresas estariam no alvo das private equity, os executivos foram quase que unânimes: não há um setor ou um nome específico a dar, mas há o perfil das companhias que se enquadram entre as desejadas. Os atributos delas são:
Governança
Quanto mais transparente, ética, com as contas organizadas e metas claras melhor. “Não há porque investir em uma empresa em que mal conheço o sócio, sem saber como exatamente a operação funciona”, disse Floriano Bartunek, CIO da Constellation Asset Management.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados