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São Paulo – A semana não foi muito boa para o relacionamento entre empresas de petróleo e trabalhadores. Enquanto a Petrobras segue com ameaça de greve, o navio-plataforma de Eike Batista ainda tem que atender a algumas observações feitas pelo Ministério do Trabalho.
Ainda no tema trabalhadores, a Zara adiou a assinatura de acordo para reparar os danos causados por uso de trabalho análogo à escravidão. E alguns ex-funcionários do alto-escalão da Olympus vão ter que se explicar para as autoridades japonesas – que estão investigando um aparente rombo de 4,9 bilhões de dólares nas contas da empresa, além do possível envolvimento dela com o crime organizado.
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