Governo abre crédito de R$ 1 bi para a Petrobras e estatais

Planejamento abriu crédito suplementar de R$ 1,136 bilhão para oito estatais, mas maior parte vai ficar com a Petrobras

Brasília – O Ministério do Planejamento abriu R$ 1,136 bilhão de crédito suplementar ao Orçamento de Investimento de oito estatais, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).

As empresas atendidas são Petrobras, Celg Distribuidora, Eletroacre, Banco do Nordeste, Ativos S.A. – Securitizadora de Créditos Financeiros, Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe).

A maior parte do recurso ficará com Petrobras, em um total de R$ 1,053 bilhão. Celg receberá $ 62,2 milhões e o Banco do Nordeste, R$ 7,8 milhões.

Comentários

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  1. domingos peixe da silva

    Se a Celg foi vendida para a Enel Brasil porque repassar mais de 60 milhões de reais para ela? E de brinde.

    1. Fernando Fraga E Silva

      Muito bem seu Domingos, o jornalista poderia ligar para o Ministério e para a Celg e perguntar porque autorizar um investimento adicional de 60 milhões se a empresa acabou de ser vendida? O novo comprador é que deve fazer os novos investimentos.

  2. Jorge Afonso

    Que beleza hein!! Roubaram a vontade agora o pagador de impostos vai financiar mais roubalheira. Privatizar os antros de corrupção nem pensar. As privatizações desses cabides de emprego acabaria com 80% da corrupção no país. Marginais!!!!

  3. Jorge Afonso

    O esquema de sempre!! Banco estatais financiando com dinheiro do povo estatais que superfaturam obras pra funcionários, políticos e empreiteiros encherem a burra….. Privatiza que acaba a roubalheira… Simples!!!!

  4. Jorge Afonso

    O esquema de sempre!! Bancos estatais financiando com dinheiro do povo estatais que superfaturam obras pra funcionários, políticos e empreiteiros encherem a burra….. Privatiza que acaba a roubalheira… Simples!!!!

  5. Fernando Fraga E Silva

    Prezados, crédito suplementar não é repasse de dinheiro do ministério para as empresas, não é empréstimo. As empresas a partir do seu próprio caixa irão realizar investimentos que não foram orçados no ano passado. No caso da Petrobrás, se um projeto ficou pronto com antecedência porque a geologia foi mais simples, então tem que colocar para operar logo, isto não estava no orçamento, então vem as despesas relativas a este adiantamento, pois é melhor produzir logo do que depois. Ou seja, nada de errado no crédito suplementar em si.