Aguarde...

EXAME.com - Notícias de negócios, mercados, economia, tecnologia, marketing, carreira e finanças pessoais

  • Notícias |
  • Empresas |
  • Melhores e Maiores |
  • Setores |
  • Gestão |
  • Galerias
Falha | 14/12/2011 15:10

Por que Andrea Jung, a CEO da Avon, perdeu o sex appeal para a empresa?

Na companhia desde 2001, CEO deve ser substituída por acumular uma série de desastres em sua gestão

  
Icon_daniela-barbosa
 Comentários (0) Views (6656)
Salvar notícia

Andrea Jung CEO da Avon

Andrea Jung, CEO da Avon

São Paulo - Andrea Jung é considerada uma das mulheres de negócios mais influentes do mundo, segundo rankings de revistas como Forbes e Fortune. A classe e o bom gosto na hora de se vestir são outros diferenciais que a CEO da Avon possui, mas, mesmo com tantos atributos, ela deve ser substituída de sua função nos próximos dois anos e o motivo para a troca é um só: Andrea perdeu o charme para a companhia. 

No posto de CEO desde 2001, a executiva foi a primeira mulher a liderar a Avon e seus primeiros cinco anos de gestão foram glamorosos.  Neste período, o valor das ações da Avon triplicou e Andrea conquistou a confiança dos representantes da companhia no mercado internacional, onde ela era vista como uma verdadeira realeza.  

Desde 2005, no entanto, uma série de dificuldades enfrentadas pela executiva começou a ofuscar seu brilho como CEO. Neste ano, os problemas foram ainda maiores, o que levou a companhia a rever algumas estratégias e chegar à conclusão de que Andrea precisa de um substituto para que a Avon volte a crescer.

A ainda CEO entendeu o recado e se prontificou a ajudar na busca de um executivo que possa resolver os problemas que ela não tem conseguido driblar. Entre eles, as investigações que a companhia está envolvida nos Estados Unidos. Veja, a seguir, as razões que levaram Andrea a perder o cargo de CEO na Avon:

Lucro diluído

Desde 2005, o lucro da Avon vem sendo diluído cada vez mais em seus balanços. Andrea até anunciou uma reestruturação para reverter a situação, simplificando as linhas de produtos para aumentar as margens, mas não adiantou.

No terceiro trimestre deste ano, os ganhos da companhia recuaram 1,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando 164 milhões de dólares. A diferença, no entanto, é mais gritante quando comparado com os trimestres de 2005, quando a companhia acumulava ganhos superiores a 300 milhões de dólares no período de três meses. 

Comentários (0)  

Editora Abril

Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados