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Até junho de 2012 o grupo Telefônica espera concluir seu projeto de cobertura na telefonia de terceira geração (3G), em 2.832 cidades
São Paulo - A divisão brasileira do grupo Telefônica deve servir de pilar ao grupo, especialmente à matriz espanhola, caso a crise na zona do euro se torne mais austera, durante o próximo ano.
A constatação é de Leila Loria, diretora de relações institucionais da empresa. “Em princípio os investimentos serão mantidos e até priorizados, porque a participação do Brasil é cada vez mais relevante nos resultados do grupo, como vem acontecendo com outras empresas europeias”, diz.
Nos próximos quatro anos serão investidos R$ 24 bilhões na divisão brasileira do grupo. Boa parte deste dinheiro irá para a construção de redes e infraestrutura.
Neste cenário, a executiva afirma crer que a atual posição do País, como forte consumidor de serviços de telecomunicações, coloca a subsidiária como uma das principais provedoras de receitas do grupo. “Neste cenário acaba sobrando demanda por resultados cada vez melhores”.
Loria também comentou que uma das previsões da empresa para manter um ritmo, mesmo em tempos pouco auspiciosos, é a massificação das ofertas de serviços combinados.
Por ora, os pacotes de serviços integrados estão disponíveis para capitais como Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde esta modalidade de serviço foi lançada há poucas semanas, além do Estado de São Paulo, naturalmente. “Até o final deste ano pretendemos levar este serviço a novas localidades”, comenta.
De acordo com a executiva, até junho de 2012 o grupo Telefônica espera concluir seu projeto de cobertura na telefonia de terceira geração (3G), em 2.832 cidades - hoje este número chega a mais de 1.700 municípios brasileiros. Este esforço se justifica pelo fato de o segmento móvel ser o maior gerador de receitas da companhia no mercado brasileiro.
TICs
Nesta quarta-feira, 30, a Fundação Telefônica lançou o livro: “Um mundo conectado: as TICs transformando sociedades, culturas e economias”, que traça um panorama da importância das Tecnologias da Informação para o desenvolvimento econômico e cultural dos países. A obra é coeditada pelo The Conference Board, dos Estados Unidos.
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