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Aeronave da TAM: fusão com a maior companhia aérea chilena
Nova York - Conforme antecipado pelo site EXAME na tarde desta sexta-feira (13/8), a TAM e a LAN Chile assinaram um memorando de entendimentos com o objetivo de unir suas operações. A TAM foi assessorada pelo banco BTG Pactual, criado por André Esteves. O banqueiro também é membro do conselho de administração da aérea. Já a LAN Chile contou com a ajuda do JP Morgan.
De acordo com comunicado á Bovespa, o acordo prevê uma oferta pública de permuta de ações, com o objetivo de cancelar o registro de companhia aberta da TAM. A permuta envolverá as ações preferenciais em circulação - incluindo as detidas pelos controladores da TAM. Também envolverá as ações ordinárias em circulação, até o limite de 20%, conforme determina a lei brasileira.
Com a OPA, os acionistas da TAM receberão, em troca, um determinado número de ações de uma empresa holding que será, depois, incorporada pela LAN. Devido à incorporação, os acionistas receberão ações de emissão da LAN em forma de Brazilian Depositary Receipts (BDRs). Com isso, ao aceitar a OPA da TAM, os investidores se tornarão acionistas da LAN com uma relação de troca de 0,90 ação para cada BDR da LAN.
Sem prêmio
O comunicado também indica que não haverá prêmio para as ações ordinárias da TAM na troca, já que tanto elas, quanto as preferenciais, serão trocadas pela mesma proporção de 0,90 ação por BDR. Segundo a nota à Bovespa, os termos de troca serão os mesmos para "garantir o tratamento igualitário dos acionistas."
A conclusão da OPA ficará condicionada à adesão de acionistas que representem, pelo menos, 95% do capital da TAM.
Com isso, a TAM deixará de ter suas ações listadas na Bovespa, bem como as ADRs em Nova York. Haverá apenas as BDRs negociadas no mercado brasileiro.
A LAN terá seu nome alterado para LATAM Airlines Group.
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