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A Opel e a Vauxhall, marcas da General Motors na Europa, terão de cortar a capacidade em 20% a 25%, comunicou o executivo-chefe da GM Europe, Nick Reilly, em seu blog nesta sexta-feira. "Ainda estamos finalizando os detalhes do plano e é por isso que na semana que vem voltaremos a Bruxelas, para nos reunirmos com representantes da União Europeia e com autoridades governamentais dos cinco países nos quais temos fábricas", disse Reilly.
O Comissário da União Europeia para a Indústria, Guenther Verheugen, convidou ministros de Economia do bloco e a equipe administrativa da GM para se reunirem em Bruxelas nesta segunda-feira. "Eu pretendo apresentar até meados de dezembro um plano sustentável que seja interessante para a Opel e a Vauxhall; um plano que seja claramente definido, com resultados alcançáveis", disse Reilly em seu blog. No início de novembro, a GM desistiu de vender a Opel e a Vauxhall para um consórcio liderado pela fabricante de autopeças canadense Magna International.
Desde então, a GM não apresentou nenhum plano detalhado sobre como reestruturar as operações da Opel e da Vauxhall, nem disse quantos empregos deverão ser eliminados nem se alguma fábrica será fechada na Europa.
Ontem, o representante dos funcionários da Opel, Klaus Franz, reiterou que a todas as concessões trabalhistas oferecidas para a Magna, caso ela tivesse ficado com a montadora, não se aplicam agora à GM. Seus comentários desmentiram uma reportagem do jornal alemão Frankfurt Allgemeine Zeitung citando Reilly, que teria dito que a GM concorda com adiamentos de pagamentos de 250 milhões de euros. As informações são da Dow Jones.
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