Aguarde...
Vila OlímpiaMultiplan compra 30% de shopping em São Paulo
AlimentosBrasil Foods anuncia incorporação da Sadia
PetróleoInvestimento da Petrobras em 2011 fica abaixo do fixado
PetróleoPetrobras fecha contratação de 26 sondas para o pré-sal
ParceriaVale faz acordo com Petrobras para explorar potássio em Sergipe
RecuoNo 4º trimestre de 2011, lucro da Petrobras cai 52,38%
RegulaçãoEUA aprovarão compra da Motorola pelo Google, dizem fontes
LucroLucro da Multiplus sobe 63,8% no quarto trimestre
BalançoLucro da Petrobras cai no quarto tri e soma R$ 5,05 bi
LutoMorre Abraham Kasinsky, fundador da Kasinski e da Cofap
A companhia aérea brasileira OceanAir anuncia nesta segunda-feira (12/05) uma série de medidas de reestruturação, para reduzir os gastos de operação e permitir que a empresa resista à fase de forte elevação no preço dos combustíveis, puxados pela alta mundial do petróleo.
Entre as principais medidas está a demissão de cerca de 600 funcionários, como forma de diminuir o custo da folha de pagamento, a redução no número de destinos atendidos, dos atuais 37 para 25, e a diminuição da frota de aviões, que passará de 16 para 10 aeronaves em operação
A aposta da companhia é de que a reestruturação ajude a otimizar o uso da malha, enquanto a empresa se prepara para receber, a partir de 2009, as primeiras aeronaves previstas no plano de renovação da frota. Com a troca dos atuais Fokker MK-28 por modelos mais econômicos, como os Airbus A319, A320 e A330, a OceanAir espera recuperar o fôlego e retomar o crescimento.
Os preços do petróleo têm gerado dificuldades para empresas aéreas no mundo todo. Somente neste ano, nove pequenas empresas do setor pediram falência. Até os gigantes têm sido obrigados a tomar medidas para enfrentar a conjuntura desfavorável. As americanas Delta e Northwest anunciaram no mês passado uma fusão que criou a maior empresa aérea do mundo. Isso pode ser apenas o começo. Segundo a rede de notícias CNN, a American Airlines negocia a união com a Continental e a United Airlines tenta chegar a um acordo com a US Airways.
No Brasil, o caos aéreo eleva os custos das companhias, agrava a situação e já levou as maiores empresas aéreas do setor - TAM e Gol - a operar no vermelho nos últimos meses. Para as empresas menores, como a OceanAir, há ainda um agravante: a concorrência pesada. O diretor financeiro do grupo Synergy (controlador da OceanAir), Raul Campos, afirmou, no final do mês passado, que os concorrentes cobram as tarifas mais baixas exatamente nos horários em que a empresa oferece vôos.
A situação pode ficar ainda mais difícil em 2009, quando deve começar a operar a Azul, do empresário David Neeleman. O fundador da JetBlue planeja oferecer no Brasil vôos regionais para escapar da concorrência de TAM e Gol. Mas o aumento da oferta de assentos pode reduzir ainda mais a ocupação dos vôos da OceanAir.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação