Aguarde...
Vila OlímpiaMultiplan compra 30% de shopping em São Paulo
AlimentosBrasil Foods anuncia incorporação da Sadia
PetróleoInvestimento da Petrobras em 2011 fica abaixo do fixado
PetróleoPetrobras fecha contratação de 26 sondas para o pré-sal
ParceriaVale faz acordo com Petrobras para explorar potássio em Sergipe
RecuoNo 4º trimestre de 2011, lucro da Petrobras cai 52,38%
RegulaçãoEUA aprovarão compra da Motorola pelo Google, dizem fontes
LucroLucro da Multiplus sobe 63,8% no quarto trimestre
BalançoLucro da Petrobras cai no quarto tri e soma R$ 5,05 bi
LutoMorre Abraham Kasinsky, fundador da Kasinski e da Cofap
Por AE
Belo Horizonte - Cinco cooperativas de leite - três de Minas, uma de Goiás e outra do Paraná - querem se fundir para criar a maior empresa de lácteos da América Latina, com captação de sete milhões de litros por dia e um faturamento anual de R$ 4 bilhões. A fusão é uma estratégia para conter o avanço de outras grandes indústrias de lácteos no País. “Queremos ser um ator importante”, declarou o presidente da mineira Itambé, Jacques Gontijo.
A união incluirá também a Centroleite, de Goiás, a Confepar, do Paraná, e as mineiras Cemil e Minas Leite. Segundo o presidente da Itambé, uma consultoria, cujo nome não foi revelado, já foi contratada para avaliar quanto cada cooperativa terá na nova companhia. A expectativa é de que o levantamento esteja concluído em três meses. Ele será decisivo para a conclusão do negócio.
“Estamos mirando no exemplo adotado no mundo inteiro”, comentou Gontijo. Ele cita os exemplos da Fonterra, da Nova Zelândia, e da Dairy Farmers of America (DFA), dos Estados Unidos, que têm grandes volumes de produção e conseguem balizar a cotação do leite em pó no mercado internacional. A Fonterra e a DFA resultaram da fusão de cooperativas.
A nova empresa brasileira do setor de lácteos, resultado da fusão entre as cinco cooperativas, concentrará 10% de toda a captação de leite do Brasil. A Itambé será a maior delas, com uma captação de 3,4 milhões de litros de leite por dia. A cooperativa mineira, que tem cinco unidades, está fechando o ano com um faturamento de R$ 1,9 bilhões.
A Confepar tem uma fábrica e capta 900 mil litros de leite por dia. A Cemil também tem uma fábrica e captação de 500 mil litros por dia. A Centroleite e a Minas Leite não têm unidades industriais e fazem apenas captação, de 900 mil e 1,5 milhão de litros por dia respectivamente. Desde 2007, o mercado leiteiro vive um período de consolidação, com aquisições e fusões. A Perdigão, antes da fusão com a Sadia, comprou a indústria de laticínios Cotochés, além da Eleva, que atua no setor de lácteos e de carnes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação