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Bons resultados | 10/11/2011 16:04

Desempenho da Vivo começa a justificar investimentos da Telefônica

No terceiro trimestre, empresa obteve receita líquida de R$ 5,3 bilhões, alta de 16,4% sobre os R$ 4,6 bilhões apurados em igual intervalo do ano passado

Wilian Miron, do
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Lia Lubambo/EXAME

Loja da Vivo

O crescimento destas receitas é reflexo da expansão —115% em 12 meses— na quantidade de clientes dos planos de internet de 3G da operadora

São Paulo - O grupo Telefônica começa a colher os frutos da aquisição total da operadora móvel Vivo, que no terceiro trimestre obteve receita líquida de R$ 5,3 bilhões, alta de 16,4% sobre os R$ 4,6 bilhões apurados em igual intervalo do ano passado.

Na esteira dos ótimos resultados financeiros da operação móvel do conglomerado espanhol no Brasil, a receita de dados e Serviços de Valor Adicionado (SVA) da empresa chegou à casa dos R$ 1,2 bilhão, evolução de 13,2% na comparação com igual intervalo do ano anterior.

Esta receita também representou 23,4% da receita líquida de serviços móveis da Vivo. O percentual indica um aumento de 3,9 pontos percentuais na comparação com o mesmo período do ano passado.

O crescimento destas receitas é reflexo da expansão —115% em 12 meses— na quantidade de clientes dos planos de internet de terceira geração (3G) da operadora. O maior uso de mensagens de texto (SMS) também ajudaram a puxar os indicadores desta modalidade de negócios da empresa.

Impulsionada por uma maior penetração de smartphones e celulares com acesso à internet, a banda larga móvel respondeu por 50,2% das receitas de dados, crescendo 32,6% sobre o apurado entre julho e setembro de 2010 e alta de 4% ante o trimestre imediatamente anterior.

A empresa também viu suas adições líquidas dispararem no trimestre contabilizado, alcançando crescimento de 72,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo foram adicionados três milhões de novos acessos no período. Destes, 37,5% estão no segmento pós-pago e os 62,5 restantes estão na telefonia pré-paga, maior parte da base de assinantes do segmento.

Já a receita média por usuário (ARPU) chegou a R$ 26,2, alta de 3,6% frente ao mesmo período do ano passado, graças ao crescimento de 24,5% no tráfego de longa distância.

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