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Por James Pomfret
GUANGZHOU, China, 19 de novembro (Reuters) - A Colgate Palmolive espera que o volume de vendas globais cresça entre 4 e 7 por cento no ano que vem, puxado principalmente pela crescente demanda em mercados emergentes como China, Brasil e Rússia, afirmou o presidente-executivo nesta quinta-feira.
"Viajei a todos eles este ano pelo menos uma vez senão duas, e minha percepção é de que a confiança econômica na China, em Guangdong, ou na Índia e Brasil é bem vibrante", disse Ian Cook, presidente-executivo da Colgate à Reuters, em entrevista durante participação em fórum em Guangzhou.
"A Rússia teve um baque, mas os indicadores lá apontam que os mercados estão começando a retornar", afirmou.
As ações da Colgate atingiram uma nova máxima do ano na quarta-feira depois que um relatório sugeriu que a fabricante de pasta de dente pode estar próxima de uma fusão com o Reckitt Benckiser Group, fabricante do Lysol.
Quando perguntado sobre qualquer acordo potencial, Cook preferiu não comentar. "Mesmo se houvesse, eu não lhe diria", afirmou.
Se a Reckitt e a Colgate fecharem o acordo, será a maior no setor de produtos de consumo doméstico desde que a Procter & Gamble pagou 57 bilhões de dólares pela Gillette em 2005.
Cook, presidente da segunda maior fabricante de produtos de consumo doméstico depois da Procter & Gamble em valor de mercado, disse que a empresa não planeja aumentar o preço de nenhum de seus produtos no ano que vem. Ele ainda espera que o crescimento no volume de vendas seja puxado principalmente por mercados emergentes como China, Índia e Brasil.
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