Aguarde...
CombustívelEmpresas brasileiras miram mercado espanhol de biodiesel
EletrônicosSiemens planeja investir até US$1 bi no Brasil até 2017
Até junhoEquador espera fechar acordo de indenização à Petrobras
FarmáciasCade aprova por unanimidade fusão de Raia e Drogasil
BalançoHP tem lucro de US$ 1,59 bilhão no 2º tri fiscal
EnergiaFamília Gradin anuncia fábrica de etanol celulósico de R$ 300 milhões
FusãoCade aprova alienação de ativos da BRF para Marfrig
BebidasCade arquiva processo sobre venda de 'litrão' pela Ambev
CimentosVotorantim investe R$ 600 mi em nova fábrica em Goiás
BalançoLucro do Sonae SGPS cai 83% no primeiro trimestre
RIO DE JANEIRO (Reuters) - Diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica se reúnem na quinta-feira para decidir se o edital do leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), será publicado na próxima segunda-feira, mesmo sem a licença prévia para a obra.
Segundo a assessoria da Aneel, uma reunião na parte da manhã determinará se o governo vai se antecipar ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para garantir a realização do leilão no dia 21 de dezembro, como estipulou uma minuta do Ministério de Minas e Energia.
"Será uma reunião extraordinária com a diretoria da Aneel para decidir sobre o edital, mas a agência ainda conta com a liberação da licença pelo Ibama", disse um assessor da Aneel.
Normalmente o edital só é publicado após a licença prévia para dar segurança ao investidor que pretenda participar do pleito de que a obra é viável do ponto de vista ambiental. Não cumprir essa etapa pode limitar a concorrência.
Como uma forma de pressionar o Ibama, os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciaram na sexta-feira que o órgão iria liberar a licença na última segunda-feira, o que não aconteceu.
Segundo a assessoria do Ibama na terça-feira, o presidente do órgão pediu rigor na avaliação e não havia prazo para liberar o documento.
A obra de Belo Monte é estimada em cerca de 20 bilhões de reais e considerada prioritária para o crescimento do Brasil pelo governo. Em plena selva amazônica, tem provocado protestos de índios e ambientalistas, que reclamam da área que será alagada.
A usina terá capacidade de gerar 11 mil megawatts e é o segundo maior projeto hidrelétrico do país, atrás apenas da binacional Itaipu.
(Por Denise Luna)
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação