Aguarde...
CombustívelEmpresas brasileiras miram mercado espanhol de biodiesel
EletrônicosSiemens planeja investir até US$1 bi no Brasil até 2017
Até junhoEquador espera fechar acordo de indenização à Petrobras
FarmáciasCade aprova por unanimidade fusão de Raia e Drogasil
BalançoHP tem lucro de US$ 1,59 bilhão no 2º tri fiscal
EnergiaFamília Gradin anuncia fábrica de etanol celulósico de R$ 300 milhões
FusãoCade aprova alienação de ativos da BRF para Marfrig
BebidasCade arquiva processo sobre venda de 'litrão' pela Ambev
CimentosVotorantim investe R$ 600 mi em nova fábrica em Goiás
BalançoLucro do Sonae SGPS cai 83% no primeiro trimestre
Burger King vem perdendo espaço para o McDonald's e outros concorrentes de fast-food
Nova York - O Burger King, segunda maior rede de fast-food dos Estados Unidos, firmou acordo para ser vendido para a 3G Capital por 24 dólares por ação, ou cerca de 3,26 bilhões de dólares.
A 3G Capital tem entre os sócios os brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, que estão entre os principais acionistas da AB InBev, maior cervejaria do mundo e que controla a AmBev.
O acordo representa um prêmio de 46 por cento sobre o preço da ação do Burger King antes da notícia do acordo surgir na quarta-feira, afirmaram as empresas.
Incluindo a dívida que a 3G assumirá, o valor do negócio sobe para 4 bilhões de dólares. A transação deve ser fechada no último trimestre do ano.
TPG Capital LP , Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors possuem conjuntamente cerca de 31 por cento das ações do Burger King e colocaram seus papéis à disposição da oferta, que deve começar em 17 de setembro.
O Burger King vem perdendo espaço para o McDonald's e outros concorrentes de fast-food, uma vez que sua base principal de consumidores foi mais afetada pelas taxas altas de desemprego nos EUA.
Na semana passada, a empresa previu demanda fraca durante seu novo ano fiscal devido ao ritmo menor de recuperação econômica nos EUA e a programas de austeridade fiscal de governos em diversos países da Europa.
Analistas afirmaram que era um momento oportuno para a empresa fechar seu capital, quatro anos depois que o Burger King abriu seu capital com uma oferta a um preço de 17 dólares por ação.
Às 11h49 (horário de Brasília), as ações do Burger King negociadas em Nova York avançavam mais de 24 por cento, para 23,41 dólares, depois de terem subido perto de 15 por cento na véspera.
Leia mais notícias sobre aquisições
Acompanhe as notícias de negócios do site EXAME no Twitter
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação
Felipe Gabriel Dapper
Com mate-leão não né meu caro Alberto... é Coca-Cola... Em 2006, a empresa tornou a inovar e lançou no...
02.09.2010 | Ler comentário completo |
Alberto Almeida de Azevedo
O Brasil é um dos países que mais crescem no mundo e essa aquisição por grupo de investidores brasileiros...
02.09.2010 | Ler comentário completo |
Thiago da Hora Souza
Devemos saudar o poder financeiro de um grupo brasileiro, que acaba de comprar uma das maiores empresas...
02.09.2010 | Ler comentário completo |
orozimbo otavio r.loureiro filho
Apesar de globalizados, tais investidores comprovadamente competentes e brasileiros, porque nao investir...
02.09.2010 | Ler comentário completo |