Aguarde...

EXAME.com - Notícias de negócios, mercados, economia, tecnologia, marketing, carreira e finanças pessoais

  • Notícias |
  • Empresas |
  • Melhores e Maiores |
  • Setores |
  • Gestão |
  • Galerias
Estratégia | 20/01/2012 10:44

Por que a Fujifilm não teve o mesmo final que a Kodak

Empresa japonesa lançou até cosmético para fugir do mercado de fotografia

  
Icon_daniela-barbosa
 Comentários (1) Views (9150)
Salvar notícia

Getty Images

Fujufilm

Fujufilm: companhia traçou estratégias para seus negócios não virarem água

São Paulo - Durante muitos anos, a Kodak e a Fujifilm disputaram o mercado mundial de fotografia palmo-a-palmo. A rixa, no entanto, diminuiu  quando as duas companhias perceberam que o negócio de filmes fotográficos já não era mais tão atraente. Apesar da mesma percepção, as rivais optaram por trilhar caminhos diferentes e o veredito de quem fez a escolha certa saiu nesta semana. 

A Kodak precisou pedir concordata para reestruturar seus negócios nos Estados Unidos. A companhia precisa de quase 1 bilhão de dólares para se reerguer. Já a Fujifilm planeja somar uma receita de cerca de 30 bilhões de dólares neste ano e aumentar seu lucro em mais de 30%. 

O sucesso da companhia japonesa, no entanto, foi traçado muitos anos atrás, quando preferiu buscar alternativas antes de sucumbir em mercado decadente – ao contrário da sua rival, que sempre mostrou uma  confiança excessiva no mercado de filmes fotográficos, ignorou a força das máquinas digitais (que ela mesma inventou) e nunca imaginou enfrentar a atual crise em que está envolvida agora.

Veja, a seguir, as principais razões que garantiram o sucesso da Fujifilm:

Não esperou o barco afundar

Diferente da Kodak, a Fujifilm começou a deixar o mercado de fotografia de lado muito antes dele se tornar obsoleto. Mesmo com a chegada da fotografia digital, a empresa decidiu não apostar todas as suas fichas em um único negócio e começou então a diversificar sua receita. Hoje, apenas 1% do faturamento da Fujifilm vem do segmento de fotografia.   

Comentários (1)  

João Lins

O presente é o passado do futuro. Lembremos.

21.01.2012 |  

Editora Abril

Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados