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Aço | 07/02/2012 09:55

ArcelorMittal vê melhora no semestre após fraqueza em 2011

A empresa, que produz 7% de todo o aço do mundo, previu que as vendas voltarão ao nível do começo do ano passado e que a produção da área de mineração vai crescer

Philip Blenkinsop, da
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Divulgação

ArcelorMittal Inox registra queda de 44,1%

Analistas se animaram com o fato da siderúrgica ter cumprido a meta de reduzir dívida líquida para US$ 22,5 bilhões seis meses antes do prazo

Bruxelas - A ArcelorMittal, maior produtora de aço do mundo, previu nesta terça-feira que terá um primeiro semestre melhor do que o desempenho obtido no fim do ano passado, com um melhora nítida na América do Norte, embora a Europa ainda seja motivo de preocupação.

A companhia, que produz 7 por cento de todo o aço do mundo, previu nesta terça-feira que as vendas voltarão ao nível do começo de 2011 e que a produção da área de mineração continuará a crescer. Os preços estão se recuperando, mas ainda estão abaixo dos níveis de um ano atrás.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) para os seis primeiros meses do ano deve ficar menor do que há um ano, mas acima do nível do segundo semestre de 2011, disse a ArcelorMittal.

"Estamos vendo um aumento nos embarques e nos preços no primeiro trimestre na Europa e nos Estados Unidos. Então, o mercado de aço está melhor do que no segundo semestre de 2011", declarou o vice-presidente financeiro, Aditya Mittal.

A companhia prevê que a demanda mundial de aço crescerá até 4,6 por cento neste ano, com uma contração de 1,3 por cento na Europa e expansão de 5,5 por cento na América do Norte, 5,2 por cento na China e 5,6 por cento no restante do mundo.

Analistas se animaram com o fato da siderúrgica ter cumprido a meta de reduzir dívida líquida para 22,5 bilhões de dólares seis meses antes do prazo e se mostraram cautelosamente otimistas com o futuro da companhia.

Europa de "crise" para "recessão"

O vice-presidente financeiro da ArcelorMittal disse que a confiança na Europa, onde a empresa vende quase metade do aço que produz, pelo menos melhorou de uma situação de "crise"" para um "cenário de recessão".

Refletindo a situação do continente, a companhia parou nove de seus 25 alto-fornos na Europa, mas nenhum na América do Norte.

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