Aguarde...

EXAME.com - Notícias de negócios, mercados, economia, tecnologia, marketing, carreira e finanças pessoais

  • Notícias |
  • Empresas |
  • Melhores e Maiores |
  • Setores |
  • Gestão |
  • Galerias
Cartões | 14/12/2011 12:29

Cielo encerra 2011 ainda no céu dos cartões (e quem pode desafiá-la?)

Mesmo com o fim da exclusividade, a Cielo detém mais da metade do mercado de credenciamento

  
Icon_tatiana-vaz
 Comentários (0) Views (1983)
Salvar notícia

Germano Lüders/EXAME.com

Rômulo Dias e executivos da Cielo

Rômulo Dias e executivos da Cielo: ainda na frente do mercado

São Paulo - Qualquer dúvida sobre qual credenciadora lideraria o mercado de cartões após o fim da exclusividade se dissipou no ar durante este ano, em que a Cielo liderou o setor de forma constante tanto em participação de mercado como em resultados.

A companhia terminou o terceiro trimestre com uma receita total de 1,2 bilhão de reais e lucro líquido de 457,6 milhões de reais. Em comparação, a Redecard, sua principal concorrente, faturou 920,3 milhões e lucrou 343,6 milhões no mesmo período.

Por trás dos números, estão estratégias opostas das duas empresas que dominam o credenciamento de cartões no Brasil, com 98% do mercado. Enquanto a Redecard era comercialmente mais agressiva, a Cielo apostou em manter as margens de lucro e apostar em programas de fidelização de clientes.

Do capex total (investimento em ativo fixo) de 315 milhões de reais feito pela Cielo no ano, grande parte foi destinada ao reforço da área comercial, que foi passou de 450 para 750 profissionais (no total são 1.550 funcionários).

Inovações

“Além de aumentar nossa capilaridade também investimos na fidelização de nossos parceiros e inovação de produtos, como o Cielo Mobile, aplicativo para captura via celular, usado por mais de 50.000 profissionais autônomos no país”, afirma Rômulo Dias, presidente da Cielo.

Como resultado, a Cielo ficou com pouco mais de 50% de participação do mercado e a Redecard com quase 50%. O domínio só não é de 100%, devido à parceria do Santander com a GetNet, que detém entre 1,5% e 1,8% do setor.

Atualmente, a Redecard passa por uma reestruturação que começou no início do ano com a troca do comando – Roberto Medeiros deu lugar a Cláudio Yamaguti.

Em comum, ambas apostaram em fechar acordos de preferência com alguns grandes bancos. O HSBC fechou em junho uma parceria com Cielo. Em agosto foi a vez de a Redecard fechar uma parceria com o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e, em outubro, com o Safra.

 

Comentários (0)  

Editora Abril

Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados