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Balanço | 30/01/2012 11:32

Valor de fusões e aquisições no Brasil cai 19% no último trimestre

No mundo, Ásia e Oriente Médio compensaram queda de volume de operações na América Latina, Europa Ocidental e América do Norte

  
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Jumbo, da Cencosud

Jumbo, a marca de hipermercados da Cencosud: compra da Prezunic pela Cencosud foi a maior anunciada no período no Brasil

São Paulo – O valor total de fusões e aquisições mirando companhias brasileiras anunciadas no último trimestre de 2011 foi 19% inferior ao do mesmo período de 2010. O valor total de transações anunciadas sofreu uma queda trimestral de 38% e está, agora, em seu nível mais baixo desde o primeiro trimestre de 2010.

O número de acordos mirando companhias brasileiras registrou uma queda de 16% no último trimestre do ano, em comparação com o terceiro trimestre, segundo estudo da Ernst & Young. Na comparação anual, houve crescimento, de 1,7%.

Além do menor número de operações no período, o valor médio delas também caiu, cerca de 26%. Um dos fatores que pode ter levado à queda geral foi a reavaliação estratégica dos investidores estrangeiros, segundo a Ernst & Young. 

O valor médio dos acordos para transações envolvendo o Brasil como alvo está agora em 293 milhões de dólares. A velocidade de conclusão dos acordos envolvendo o Brasil está em seu mais baixo nível desde o primeiro trimestre de 2010.

Os acordos transnacionais e entre diferentes regiões globais registraram uma queda de 20 e 26 pontos percentuais, respectivamente. Atualmente, o total de acordos entre países e regiões representou 28% e 22%, respectivamente, seguindo uma tendência de queda de longo prazo.

Mundo 

O número de fusões e aquisições mundiais caiu 18% no quarto trimestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010. Na comparação ao trimestre anterior, a queda foi de 14%. O valor das transações caiu 25% em relação ao trimestre anterior e, agora, está no nível mais baixo desde o primeiro trimestre de 2010. 

O valor médio dos acordos no último trimestre ficou em 277 milhões de dólares, o que representa uma queda de 13%, comparando-se ao terceiro trimestre. A queda no volume e no valor dos acordos foi impulsionada pela incerteza decorrente da crise da zona do euro e de seus efeitos na economia global, segundo a Ernst &Young. 

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