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Empresas | 10/01/2012 10:23

BTG passa Itaú BBA no ranking de fusões no último mês de 2011

O Itaú, líder até o início de dezembro, caiu para o segundo lugar ao participar de US$ 36,7 bilhões em transações no Brasil

Cristiane Lucchesi, da
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Germano Lüders/EXAME.com

André Esteves, controlador do BTG Pactual

O BTG, baseado em São Paulo, assessorou US$ 39,1 bilhões em operações de fusões e aquisições

São Paulo - A participação do Banco BTG Pactual SA em negócio de US$ 2,5 bilhões no setor de aço nas últimas semanas de 2011 ajudou a instituição financeira a passar o Banco Itaú BBA SA e se tornar a líder no ranking de fusões e aquisições no ano passado.

O Itaú, líder até o início de dezembro, caiu para o segundo lugar ao participar de US$ 36,7 bilhões em transações no Brasil, segundo dados da Bloomberg. O BTG, baseado em São Paulo, assessorou US$ 39,1 bilhões em operações de fusões e aquisições, enquanto o Rothschild, que encabeçava o ranking em 2010, caiu para o sexto lugar, com US$ 23,4 bilhões.

O BTG Pactual, banco do bilionário André Esteves, assessorou 47 transações em 2011, incluindo a compra por US$ 2,5 bilhões de fatia da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais SA pela Ternium SA e Confab Industrial SA. A transação foi anunciada no final de novembro e incluída no ranking do mês passado. O banco também liderou a compra por US$ 648,3 milhões da Brazilian Finance & Real Estate SA pelo BTG Pactual e seu controlado Banco Panamericano, anunciada em dezembro.

“Nós temos um pipeline robusto”, disse Guilherme Paes, responsável pelo banco de investimento do BTG Pactual. Ele considera que o volume de negócios pode crescer 20 a 30 por cento neste ano caso a crise de dívida dos governos na Europa não traga rupturas.

A competição entre o BTG Pactual, o Itaú e os bancos internacionais pode se intensificar neste ano, à medida que o número de transações crescer e o tamanho médio de cada negócio continuar a cair. O número de transações de fusões e aquisições no Brasil cresceu para 710 em 2011 na comparação com 555 em 2010 e o volume caiu para US$ 99,9 bilhões em relação aos US$ 161 bilhões de 2010. O tamanho médio se reduziu de US$ 470,9 milhões para US$ 237,9 milhões, de acordo com dados da Bloomberg.

‘Muito ativo’

“O mercado de fusões e aquisições estava muito ativo em 2011 e apesar das incertezas macroeconômicas globais nós esperamos que a atividade se sustente em 2012”, disse Jean-Marc Etlin, responsável pela área de banco de investimento do Itaú BBA, em entrevista.

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