Pesquisadores da Unesp de Rio Claro e UFSCar de São Carlos relatam que apenas três exercícios físicos semanais podem retardar e prevenir o Alzheimer, mesmo que se tenha predisposição genética. Segundo o Dr. Sergio Cortes, o estudo da pesquisa é revelador já que a doença de Alzheimer é cada vez mais crescente entre as pessoas e um dos grandes desafios atuais para se combater. O estudo teve uma duração de quatro anos e os pesquisadores pertencem à Universidade Federal de São Carlos, a UFSCar e a Universidade Estadual Paulista, a UNESP, do Rio Claro.


Os resultados mostram que mesmo uma pessoa com disposição genética para contrair a doença de Alzheimer, ela pode ser combatida com exercícios simples, feitos semanalmente e de forma moderada, confirma Sergio Cortes. Assim, o seu efeito será um bom estímulo para trabalhar o cérebro trazendo benefício corporal e, principalmente, mental. Sendo muito importante a prática, pois tanto previne quanto retarda o seu aparecimento.


O estudo feito pelos pesquisadores levaram em consideração primeiramente os fatores genéticos propensos ao aumento do risco neurodegenerativo. Em segundo lugar, cita Sergio Cortes, foram consideradas as substâncias existentes nas placas amiloides, as quais inflamam e prejudicam as ligações neurais. Esses dois pontos revelaram o resultado surpreendente de que os exercícios físicos podem combater a existência da doença por interferir positivamente para o processo neural ser satisfatório e anti-inflamatório.


Essas substâncias presentes nessas placas causam inflamações que, consequentemente, fazem com que as células por serem sistêmicas, ou seja, no corpo inteiro, venham a morrer gradativamente. Segundo especialistas, reporta o médico Sergio Cortes, o que precisa ser feito é evitar que essas inflamações nesse depósito de placa amiloide fiquem presentes ocasionando uma perda progressiva de memória e estabilidade dos neurônios.


O que foi confirmado no estudo, a forma de evitar a expansão da doença é a prática constante de atividade física semanalmente ou diariamente, informa Sergio Cortes. Fazendo isso, o cérebro receberá estímulo natural onde o exercício atua como um freio ao processo degenerativo na mente e como um anti-inflamatório contra o surgimento dessa substância. É por isso que ao praticar algum exercício físico, a ligação neural passa a funcionar bem, com estímulos positivos bloqueando a ação da doença Alzheimer.


Segundo a pesquisadora Carla Nascimento e os demais estudiosos, cita Sergio Cortes, verificou-se com esse estudo que essas inflamações se reduziram sobremaneira, melhorando os componentes cognitivos e suas funções. As funções cognitivas mais relevantes entre os idosos ao praticarem atividade física moderada, três vezes por semana foram a melhoria de concentração, memória, execução sequencial para realizar atividades cotidianas, planejamento e atenção. A conclusão da pesquisa retrata ainda que a prática de exercício físico deve começar desde jovem para que o envelhecimento seja saudável, muito melhor e que se evite problemas na velhice não apenas o aparecimento da doença Alzheimer, mas outras também, conclui Sergio Cortes.


Fonte: Globo


Website: http://sergiocortesoficial.com/