Mullen Lowe Brasil e o número crescente de jovens empreendedores no país

Na atual situação no qual se encontra o Brasil, empreender tem sido uma tarefa hercúlea. Ademais, não somos incentivados, no sistema de ensino vigente, à sermos efetivamente empreendedores. É nesse ínterim que têm surgido novas alternativas, guiadas por jovens empreendedores – principalmente no que tange a oportunidades online, em alta atualmente.

José Borghi, da Mullen Lowe Brasil, antiga Borghi Lowe, comenta que, cada vez mais, se investe em negócios que sejam mais pessoais, que tratem cada cliente como parte integrante e importante do seu negócio. Além disso, apesar do pouco incentivo e da crise atual, tem aumentado o número de jovens que procuram empreender, como atesta pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (http://www.lidefuturo.com.br/index/conteudo). Nesta, aproximadamente 80% dos jovens citam a intenção de empreender nos próximos anos; sendo isto algo de vital importância, para a Mullen Lowe Brasil.

Também importante, como lembra José Borghi, é a mídia online, que vem em uma constante crescente – desde os tempos da Borghi Lowe até atualmente, com a Mullen Lowe Brasil. As plataformas digitais, além da relevância para a questão das vendas – pois o cliente poderá adquirir o produto desejado sem sair de sua residência -, é também de vital importância para a questão da divulgação de uma imagem positiva da marca no relacionamento com os clientes; e aqui entram com tudo as redes sociais.

E é no tocante a este novo mercado que os jovens empreendedores têm se destacado bastante. Estes empreendem através de aplicativos, de vendas online através de grupos de descontos, e tantos outros casos. Exemplos são a ShopBack (descontos em compras online) e a Denakop (ajuda a escolher o melhor local e horário para anúncios online).

Com os exemplos acima, e os dados anteriores, é de se constatar que, apesar da falta de incentivo – tanto econômico quanto intelectual – ao empreendedorismo em nosso país, ele tem florescido, agora mais do que nunca. Com relação a isto, outra pesquisa, realizada pela Conaje (Confederação Nacional dos Jovens Empreendedores), é elucidativa: segundo ela, a maioria dos jovens que empreendem no Brasil têm de 26 a 30 anos, são do sexo masculino, e preferem utilizar as redes sociais como principal forma de conexão para os negócios.

A Mullen Lowe Brasil, assim, tem se mantido antenada aos novos anseios desse crescente mercado de empreendedores, que veio para ficar, ao que parece. Nestes termos, é de se ressaltar a questão do público segmentado – os clientes buscam alguém que os trate de forma pessoal; ou seja, agora se espera algo focado em pequenos nichos de consumidores, ao invés de um produto mais geral, que agrade “mais ou menos” a todos.

Por fim, é de bom grado perceber que, apesar de um mundo de negócios cada vez mais inchado e saturado, surgem boas ideias – e, mais do que isso, bons criadores de ideias e negócios. A Mullen Lowe Brasil tem procurado se manter atualizada nesses novos meios de empreender – porque infelizmente, apesar do crescente número de jovens que partem para esse caminho, ainda há de se ter um pouco de herói para empreender em nosso país.

Website: http://us.mullenlowe.com/