Mercado imobiliário e FGTS bem combinados trazem ganhos para a economia

Divulgação: portal Loopimóveis.com

Encontrar mecanismos nacionais que façam com que o crédito imobiliário não dependa da oscilação da precificação dos imóveis, tão recorrente no Brasil.

Aprender com 2015 e seus desdobramentos para a forma como o mercado imobiliário se movimenta frente às crises econômicas. Se hoje os bancos se tornaram quase que ” grandes imobiliárias” devido ao endividamento em 2016. Ou seja, muitos bancos receberam imóveis como forma de pagamento de dívidas; então como podemos imaginar uma retomada do mercado imobiliário?

Existem sinais de retomada de confiança do consumidor e previsão de melhoria no mercado de trabalho no segundo semestre. A taxa Selic vem apresentando um viés de queda e essa taxa impacta diretamente nos bancos e na abertura de crédito, consequentemente no mercado imobiliário.

Boa notícia é que o novo teto para financiar imóveis com o FGTS de 1,5 milhão de reais pode facilitar as incorporadoras a diminuir o estoque de unidades.

Há consenso entre economistas de que a queda do juro será sentida pelo consumidor nos próximos meses e, partir do segundo trimestre, deve ser gradualmente mais perceptível no bolso da população.

Podemos observar que estes dois fatores serão relevantes para que não só os estoques, mas também os lançamentos das incorporadoras possam ter sucesso. Fato é que aqueles que buscam oportunidades e investir neste momento econômico poderão ter um retorno positivo; afinal existe uma demanda tanto de investidores quanto consumidores do setor imobiliário.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo portal Loopimóveis.com o perfil de quem procura um imóvel hoje é de 66% graduados, sendo que a faixa etária varia muito: de 25 a 34 anos está a maioria com 36%, seguidos pelos de 34 a 44 anos com 22%.

E este público poderá acessar seu FGTS através da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentou o limite máximo do valor dos imóveis novos adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Até 31 de dezembro deste ano, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão, utilizando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O saque das contas inativas do FGTS será liberado a partir de 10 de março até 7 de abril, isso para quem nasceu em janeiro e fevereiro, porém todos os saques devem ser realizados até dia 31 de julho.

Imaginemos então um cenário em que no segundo semestre portais imobiliários comecem a ser acessados por uma demanda ainda não explorada e que pode e deve pesquisar por modelos de imóveis . Incorporadoras, imobiliárias e startups do setor. Enfim toda a cadeia do setor precisa estar preparada. Alugar, comprar o primeiro imóvel ou mesmo investir num terreno serão somente algumas das possibilidades que podem ser avaliadas pelo público.

O FGTS pode ser um belo empurrão para quem precisa quitar parcelas do financiamento imobiliário; ou mesmo quem deseja adquirir um imóvel. O cálculo está em saber que haverá taxas nestas parcelas e se você poderá efetivar um outro investimento, um CDI, por exemplo, de forma a compensar as taxas nas parcelas.
O mercado está bom para quem pode pagar à vista e negociar um bom desconto com a imobiliária. A realidade é que o Brasil tem sim fôlego no setor, mas ele e toda sua cadeia precisam de uma economia que passe a segurança necessária para o consumidor.

Enquanto isso, startups do segmento imobiliário, investidores arrojados, empreendedores implementam seus negócios através de novas tecnologias: da criação de bom conteúdo até inteligência artificial, o beneficiado será o público que cada vez mais exige um imóvel próximo de seu trabalho, mas com infraestrutura condizente. Sim, são consumidores exigentes, mais críticos, de olhos bem abertos para os lançamentos que virão por aí.

Eles são a demanda, e você está preparado? Melhor estar porque as jovens empresas que nasceram mesmo na crise estão evoluindo enquanto você lê este artigo.

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