Conhecida por café, Starbucks Brasil quer ganhar almoço e jantar

A partir do dia 11 de julho, a rede passará a oferecer oito sanduíches, dos quais seis são lançamentos

São Paulo – A Starbucks quer ampliar sua atuação no Brasil. A rede, que é lembrada para o café da manhã e cafezinho depois do almoço, quer conquistar outros momentos do dia. Por isso, lançou uma nova linha de sanduíches.

A estratégia é aumentar a participação de comidas dentro do resultado em pelo menos 20%. A Starbucks não abre faturamento por país ou por segmento.

A partir do dia 11 de julho, a rede passará a oferecer oito sanduíches, dos quais seis são lançamentos. “Os alimentos irão complementar a experiência Starbucks ao integrar novos momentos do dia”, disse Sandra Collier, gerente sênior de marketing da Starbucks Brasil, em entrevista a EXAME.com.

“Observamos que o café da manhã já era um horário bastante forte e que também temos um público que vai tomar o cafezinho depois do almoço. Agora o objetivo é mostrar que também podemos ser destino para outras refeições”, disse.

Além de opções para o café da manhã, como o bagel americano, com presunto, queijo e ovo, a empresa desenvolveu opções para o almoço e lanche da tarde que saciam mais e são maiores do que os pratos anteriores.

Entre as novidades, estão um wrap vegetariano de cogumelos, bagel de salmão defumado e sanduíche de costela. Os preços variam de 14 a 23 reais.

Os itens serão preparados pelo mesmo fornecedor que já entrega os sanduíches existentes e serão aquecidos na hora de servir pelos funcionários da loja.

Criação brasileira, estratégia internacional

Os alimentos são exclusivos para o Brasil e foram desenvolvidos pela equipe nacional, com base em pesquisas internas e com consumidores, diz Collier.

De acordo com ela, cada país tem liberdade para conceber regionalmente as linhas de comidas, de acordo com algumas direções globais, enquanto as bebidas são definidas internacionalmente.

A Starbucks tem 80 lojas no estado de São Paulo e 24 no Rio de Janeiro – e planos para triplicar esse número em quatro anos. Pelo mundo, são mais de 25.000 unidades.

A ideia de aumentar as vendas de comida, porém, não é apenas brasileira. Em 2015, a rede de cafés ampliou o seu menu noturno em algumas unidades nos Estados Unidos para vender, ao cair da noite, cervejas, vinhos, massas e até pizzas.

 

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  1. Em NYC tem várias opções! Se no Brasil, a qualidade for levada a sério, pode dar muito certo. No entanto, vejam QUALIDADE, é o que determinará o sucesso de vender comida. Além da qualidade, o preço deve ser competitivo, caso contrário, será um fracasso.