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Inter de Milão: reforço chinês, por enquanto, só no caixa do clube
São Paulo – O apetite chinês não se restringe mais à compra de empresas de matérias-primas e energia. A bola da vez é o esporte. Um grupo de investidores chineses acertou a compra de 15% do Inter de Milão, tradicional time italiano de futebol.
De acordo com agência de notícias Reuters, o grupo pagará 500 milhões de euros (cerca de 611 milhões de dólares) para se tornar o segundo maior investidor da equipe. A família Moratti continuará com a maior fatia do clube.
O acordo também prevê a construção de um novo estádio para o Inter de Milão, a ser inaugurado em 2017. O terreno para as novas instalações, porém, ainda não foi definido.
Para selar o negócio, três diretores indicados pelos chineses participarão do conselho do clube. O Inter confirmou os nomes de Kamchi Li, Kenneth Huang e Fabrizio Rindi como os representantes dos novos sócios.
Atualizado às 15h40. Ao contrário do informado anteriormente, o valor da transação é de 611 milhões de dólares, e não de 67 milhões.
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