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Última atualização 26/05/2017 - 17:20 FONTE

Polícia egípcia mata 10 terroristas após atentados no Sinai

Segundo um comunicado do Ministério do Interior, os terroristas morreram em um tiroteio contra as forças antiterroristas da polícia egípcia

Cairo – A polícia do Egito anunciou nesta sexta-feira a morte de dez terroristas que supostamente participaram de dois ataques contra seus agentes na segunda-feira passada na Península do Sinai, nos quais, segundo o Ministério do Interior, morreram oito policiais e um civil.

Segundo um comunicado do Ministério do Interior, os terroristas morreram em um tiroteio contra as forças antiterroristas da polícia egípcia em um bairro da cidade de Al Arish, capital da província do Norte do Sinai.

A nota indica que as informações obtidas sobre os terroristas, pertencentes ao grupo Wilayat Sina (filial egípcia do grupo jihadistas Estado Islâmico), conduziram as forças de segurança a uma casa situada no bairro de Ard al Gamiiya.

Segundo o relato oficial, quando as forças antiterroristas egípcias entraram no edifício, seus ocupantes dispararam contra os agentes.

A nota foi divulgada na página oficial de Facebook do Ministério do Interior, junto a um vídeo no qual é possível ver várias pessoas mortas em distintos cômodos de uma casa junto a várias armas automáticas

No último dia 9, homens armados atacaram dois postos de controle da polícia nas imediações da cidade de Al Arish, na província do Norte do Sinai, uma região que o governo declarou zona de exclusão militar.

Em uma primeira ação, os terroristas puseram um carro-bomba perto de um posto policial e depois atacaram os agentes com fuzis e granadas.

Segundo o Ministério do Interior, 20 terroristas participaram desse ataque e cinco deles morreram no enfrentamento.

O segundo ataque, lançado por pistoleiros, foi efetuado em outro posto de controle ao sul da cidade, onde morreu um policial.

Os atentados contra postos de controle da polícia e do exército egípcios são frequentes no norte do Sinai e se multiplicaram desde o golpe de Estado que, em 3 de julho de 2013, derrubou o presidente islamita Mohammed Mursi.