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Rebelde sírio avança pelas ruas do bairro de Salaheddin, na cidade de Alepo: O CNS assegurou que 3.306 morreram na de Alepo
Cairo - Os bombardeios das forças sírias e seus combates com o Exército Livre Sírio (ELS) continuaram nesta segunda-feira sem descanso, apesar da celebração da festa de encerramento do Ramadã, em uma crise que já matou quase 23 mil pessoas, segundo a oposição.
O Conselho Nacional Sírio (CNS), o maior grupo opositor no exílio, denunciou hoje em comunicado a morte de de 22.587 pessoas, quase um quarto delas na província de Homs, desde a eclosão da crise política na Síria, em março de 2011.
O CNS assegurou que, além das 6.366 pessoas que morreram na província de Homs, um total de 3.306 morreram na de Alepo e, outros 2.411, na província de Deraa, embora tenha esclarecido que esses números não incluem os desaparecidos e sequestrados, que somam dezenas de milhares.
Uma das mais recentes vítimas da violência na Síria foi uma jornalista japonesa, segundo informou à Agência Efe o presidente do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), Rami Abderrahman, que afirmou que a repórter ficou gravemente ferida hoje durante um bombardeio sobre o bairro de Suleiman, em Alepo.
A jornalista, cujo nome não foi divulgado, ficou ferida junto com uma pessoa que a acompanhava, quando cobria os confrontos entre os rebeldes e as forças governamentais no bairro.
No entanto, dois ativistas que estão em Alepo e se identificaram como Abu Naeem e Abu Feras, informaram à Efe via internet, assim como a rede opositora ''Sham'', que a japonesa morreu.
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