Aguarde...
DenúnciasParlamento venezuelano ignora áudio de complô contra Maduro
MedidasEx-presidente da Colômbia defende despenalização das drogas
TsarnaevPrimeira audiência de atentado de Boston é adiada para julho
TerrorismoEUA querem Hezbollah na lista negra da UE
SíriaHezbollah envia reforço para batalha por controle de cidade
InternacionaisPremiê quer dinamismo para substituir tropas no Haiti
TensãoIsrael adverte à Síria para propagação do conflito
ProcessoGuatemala tenta iniciar retomada de julgamento de ex-ditador
VitóriaCâmara dos Comuns dá sinal verde à união gay no Reino Unido
OposiçãoGravação desencadeia tempestade política na Venezuela
Mitt Romney e Paul Ryan conversam: Ryan é o autor de um plano republicano de orçamento e redução do déficit
WASHINGTON - Paul Ryan não quer exatamente terminar com o Fed, o banco central norte-americano. No entanto, se prevalecer a vontade do vice escolhido por Mitt Romney, candidato republicano à Casa Branca, os poderes do banco podem ser cortados o suficiente para tornar difícil uma resposta mais enfática às turbulências econômicas.
O republicano de Wisconsin tem apoiado projeto polêmico que tira do Fed a missão de estimular o emprego, além de criticar a política monetária frouxa do banco.
Mais ainda, Paul Ryan já se mostrou simpático aos dias em que o dólar era atado ao ouro, um regime que restringia a impressão de dinheiro para ajudar a economia.
A escolha de Romney para companheiro de chapa sugere que a campanha republicana pode intensificar os ataques ao Fed, se o banco central afrouxar ainda mais a política monetária, e que uma Casa Branca comandada por Romney poderia querer limitar os poderes da instituição.
"Um governo não pode fazer nada mais traiçoeiro com o cidadão do que desvalorizar a sua moeda, e isso está ocorrendo", disse certa vez Ryan.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados