Aguarde...
Mais umCoreia do Norte dispara outro míssil no Mar do Japão
PentecostePapa alerta Igreja para não se fechar em si mesma
Mais de R$ 1 bilhãoApostador ganha sozinho maior prêmio de loteria dos EUA
AcidenteChoque de trens deixa 60 feridos em Connecticut, nos EUA
Relações InternacionaisMerkel visita papa e defende regulação firme dos mercados
OrienteCoreia do Norte dispara 3 mísseis de curto alcance
UniãoHollande assina lei que autoriza casamento homossexual
FraudeEx-milionário ganha US$ 40 por mês limpando na prisão
VenezuelaCapriles lembra que voto é secreto e rebate ameaça de Maduro
AcidentePelo menos 20 feridos em colisão de trens nos EUA
James Eagan Holmes, o acusado do massacre no cinema durante o filme "Batman": as acusações serão apresentadas na próxima segunda-feira
Washington - James Holmes, suspeito de ter protagonizado o massacre em um cinema no Colorado (EUA) que deixou 12 mortos, compareceu nesta segunda-feira pela primeira vez ao tribunal com o olhar perdido e atitude ausente, à espera de que na semana que vem apresentem acusações contra ele que poderiam acarretar a pena de morte.
Pela primeira vez a mídia e os familiares das vítimas viram ao jovem de 24 anos após sua detenção na sexta-feira passada, quando teria entrado na sala 9 do cinema ''Century 16'', em Aurora (Colorado), com uma máscara de gás, armado com um fuzil de assalto, uma espingarda e dois revólveres, pouco depois que se iniciou a projeção da última sequência da trilogia de Batman, ''O Cavaleiro das Trevas Ressurge''.
O suposto assassino de 12 pessoas, que feriu também 58 no cinema, apareceu hoje com os cabelos tingidos de laranja e ouviu ausente, com o olhar perdido, arqueando as sobrancelhas e às vezes sonolento, as condições de sua cela isolada, separada de outros reclusos para sua própria segurança.
A promotoria definiu com o juiz do tribunal do condado de Arapahoe, William Sylvester, que as acusações contra Holmes serão apresentadas na próxima segunda-feira, o que pode significar a pena de morte, condenação vigente no estado, mas que só se aplicou uma só vez nos últimos 36 anos, em 1997.
A promotora Carol Chambers informou que consultará as famílias das vítimas sobre o pedido da pena capital. Ela disse, ainda, que não espera que o pedido se materialize em meses e considera que o julgamento levará até um ano.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados