Aguarde...
AtaquesEUA reconhecem terem matado 4 americanos no exterior
BombaIrã leva adiante usina nuclear que preocupa Ocidente
BlocoAliança do Pacífico não é retórica, diz chanceler colombiana
Reino UnidoSoldado morto e dois suspeitos feridos em ataque em Londres
DanosPrejuízo de tornado pode ultrapassar US$ 2 bilhões, diz EUA
Política Venezuela aprova crédito para comprar papel higiênico
RelatórioIrã acelera instalação de equipamento nuclear, diz AIEA
PresidenteObama viaja a Oklahoma para inspecionar danos por tornado
SuspeitaMorte em Londres pode ter relação com terrorismo
AtaqueSoldado é morto e dois suspeitos ficam feridos em Londres
Hospital improvisado na Síria: quando os ferimentos são muito graves, os médicos são obrigados a amputar, ou simplesmente acompanhar a morte
Qousseir - "Quando os ferimentos são muito graves, não podemos fazer muito, exceto tentar tornar a morte a menos dolorosa possível". Em um hospital improvisado em Qousseir, na Síria, os médicos tentam salvar as vítimas dos bombardeios.
"Nós não temos o equipamento necessário para tratar pacientes mais gravemente afetados", explica o Dr. Mahmoud Saleh Sadir.
"Sentimos falta de um neurocirurgião, e para aqueles que são feridos na cabeça não há alternativa senão ir para o Líbano. Aqui, podemos rezar por eles, e isso é tudo".
Este médico, que viu o filho morrer em seus braços após ser atingido por uma bomba, continua a trabalhar diariamente neste hospital improvisado.
"Meu dever (...) é continuar a trabalhar até a queda do regime. Eu me tornei médico para salvar vidas. Nós estamos do lado certo, do lado da população civil", afirma.
Criado há nove meses por médicos e enfermeiros que fugiram do hospital de Qousseir, controlado pelo governo, o hospital improvisado foi montado em uma antiga casa no centro da cidade. Recebe a cada mês centenas de vítimas dos bombardeios das forças do governo nesta cidade rebelde localizada no centro do país.
"Recebemos apenas este mês, 570 pacientes com ferimentos causados pelas bombas que caem constantemente sobre a cidade, e mais uma centena de feridos a bala, atingidos principalmente por franco-atiradores escondidos em edifícios", conta o Dr. Kassem Al-Zein, fundador do hospital.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados