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Com esses primeiros resultados, o líder trabalhista, Diederik Samsom, se mostrou disposto a apoiar uma coalizão estável ''sempre que os resultados eleitorais se traduzirem em um programa de governo''.
A vitória do VVD e os bons resultados do PVDA - o partido mais votado em Amsterdã - representam o triunfo do europeísmo mais tradicional em relação ao discurso abertamente contrário ao euro e à UE de outras forças.
O Partido pela Liberdade (PVV) do polêmico Geert Wilders, que defendia a saída do euro, continua sendo a terceira força do país, mas vai contar com apenas 15 deputados, nove a menos que nas eleições anteriores.
Os socialistas radicais do Partido Socialista (SP), que com seu programa crítico em relação à política de austeridade europeia dominaram o início da campanha, mantiveram as 15 cadeiras que já ocupavam.
A participação do eleitorado foi menor que em convocações anteriores com o comparecimento às urnas de 74,6% dos eleitores, contra o 75,4% de 2010, que tinha sido o percentual mais baixo desde 1998.
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