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Rebelde da oposição síria observa movimento em rua de Alepo: os combates em Alepo se estenderam nesta sexta-feira aos bairros de Al Martini e Al Farqan
Cairo - O regime sírio continuou nesta sexta-feira sua ofensiva sobre os bairros e localidades em mãos dos insurgentes nos arredores de Damasco e Alepo, enquanto aumentou a repressão contra outras províncias rebeldes.
A enésima jornada sangrenta coincidiu com uma nova resolução de condenação ao regime de Bashar al Assad por parte da Assembleia Geral da ONU, que denunciou graves violações dos direitos humanos e o uso de armamento pesado.
Segundo a rede opositora Comitês de Coordenação Local, pelo menos 120 pessoas morreram em todo o país, 70 delas na cidade de Arbain, na província central de Hama, em um massacre denunciado pela oposição cuja autenticidade não pôde ser comprovada.
Abu Qais, membro da oposição síria, afirmou à Agência Efe por telefone que uma das áreas castigadas nesta sexta-feira foi o bairro de Al Tadamun, um das fortificações dos rebeldes em Damasco.
De acordo com seu relato, mais de 20 pessoas morreram e cerca de 90 ficaram feridas em ataques com helicópteros e artilharia pesada sobre o citado bairro, onde caíram cerca de 60 obuses.
Pelo menos 12 dos falecidos foram vítimas de execuções sumárias, entre eles o imame da mesquita de Al Zubeir, Ahmad Saleh al Hamd, e seus dois filhos, destacou o opositor, acrescentando que outros três templos foram também atacados pelas forças governamentais.
Aparentemente, milhares de habitantes fugiram deste bairro - o mais meridional de Damasco e sob ataque há dias -, muitos deles rumo ao vizinho campo de refugiados palestinos de Yarmouk.
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