Aguarde...
GenocídioCorte da Guatemala anula sentença contra Ríos Montt
BolíviaÉ sancionada lei que permite Morales disputar 3ª reeleição
DiplomaciaObama se reúne com presidente chinês em junho nos EUA
Projeto de leiCasamento gay volta a ser discutido no parlamento britânico
CapadóciaTrês brasileiras morrem em acidente de balão na Turquia
DiplomaciaObama encontrará presidente da China em junho na Califórnia
Dentro do chavismoGravação sobre suposta conspiração contra Maduro é divulgada
AlascaCorte dos EUA rejeita caso ligado a aquecimento global
Por telefoneObama mostra ao Líbano preocupação sobre Hezbollah na Síria
Raúl Castro: durante sua viagem, Castro deverá assinar acordos em setores como agricultura, energia e turismo
Pequim - O presidente de Cuba, Raúl Castro, iniciou nesta quarta-feira uma visita oficial à China, onde se reunirá com os atuais e futuros líderes do país asiático em busca de apoio para o processo de reforma econômica da ilha.
Castro, acompanhado do vice-presidente do Conselho de Ministros Ricardo Cabrisas -quem já viajou para Pequim em dezembro de 2011- e do ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, iniciará amanhã sua agenda de reuniões com encontros com o presidente da China, Hu Jintao, e com o presidente do Parlamento, Wu Bangguo.
Na sexta-feira, o dirigente cubano se reunirá com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, com o vice-presidente Xi Jinping (que deverá ocupar a presidência a partir de 2013) e com o vice-primeiro-ministro Li Keqiang, principal candidato a suceder Wen no ano que vem.
Durante sua viagem, Castro deverá assinar acordos em setores como agricultura, energia e turismo. Raúl Castro já visitou a China em duas ocasiões, em 1997 e 2005, para estudar o processo local de reforma e abertura econômica.
Após a China, Castro irá para o Vietnã, outro país comunista que alcançou altos índices de crescimento após abandonar a economia planificada.
A viagem de Castro ocorre num momento de profundas mudanças para Cuba, cujo regime aprovou em 2011 o plano de reforma econômica, que implica, entre outras coisas, uma tímida abertura à iniciativa privada e uma redução da máquina estatal.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados