Aguarde...
DenúnciasParlamento venezuelano ignora áudio de complô contra Maduro
MedidasEx-presidente da Colômbia defende despenalização das drogas
TsarnaevPrimeira audiência de atentado de Boston é adiada para julho
TerrorismoEUA querem Hezbollah na lista negra da UE
SíriaHezbollah envia reforço para batalha por controle de cidade
InternacionaisPremiê quer dinamismo para substituir tropas no Haiti
TensãoIsrael adverte à Síria para propagação do conflito
ProcessoGuatemala tenta iniciar retomada de julgamento de ex-ditador
VitóriaCâmara dos Comuns dá sinal verde à união gay no Reino Unido
OposiçãoGravação desencadeia tempestade política na Venezuela
Fã do grupo Pussy Riot participa de protesto em Moscou: Nadejda Tolokonikova, Maria Alejina e Ekaterina Samutsevich, três membros da Pussy Riot, estão detidas há quatro meses
Moscou - O grupo punk russo Pussy Riot realizou nesta segunda-feira um show em Moscou junto à banda americana Faith No More para denunciar a prisão de três de seus membros, que podem ser condenadas a até sete anos de prisão por ter cantado uma música anti-Putin em uma igreja.
"Hurra! Tocamos com o Faith No More", um grupo de rock formado nos anos 1980, escreveu o Pussy Riot em sua conta no Twitter junto a uma fotografia do show.
Cinco mulheres do grupo subiram ao palco na segunda-feira com suas características balaclavas coloridas e cantaram uma música pedindo uma "revolução" na Rússia.
Também carregavam um cartaz com a data de 4 de julho, o dia da próxima audiência preliminar em um tribunal de Moscou de suas três colegas em prisão preventiva.
Nadejda Tolokonikova, Maria Alejina e Ekaterina Samutsevich, três membros da Pussy Riot, estão detidas há quatro meses por terem improvisado na catedral de Moscou no dia 21 de fevereiro uma "oração punk" chamada de "Maria Mãe de Deus tira (Vladimir) Putin!", o presidente russo.
As três podem ser condenadas a até sete anos por "hooliganismo".
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados