Aguarde...
EstratégiaRepublicanos criticam discurso de Obama sobre antiterrorismo
Estratégia antiterroristaObama estabelece novas regras para drones
Década do casalKirchner: direitos humanos, crescimento e brigas políticas
"Code Pink"Ativista interrompe Obama em discurso antiterrorismo
InterrogatórioPai de checheno morto pelo FBI suspeita de tortura
Mais segurançaSoldado morto em Londres serviu no Afeganistão
OrganizaçãoFrança quer que Hezbollah seja declarado "terrorista"
Programa nuclearEUA impõem novas sanções contra o Irã
EUAObama garante que "EUA não estão em guerra contra o Islã"
PrisãoObama nomeará novo enviado especial para fechar Guantánamo
Prostituta: ''Primeiro lhes oferecemos ir a um albergue ou hotel e também a possibilidade de um subsídio e inclusive um trabalho''
Buenos Aires - A província argentina de Córdoba oferece às prostitutas passagens para que retornem a seus lugares de origem, inclusive em outros países, após determinar por lei o fechamento dos prostíbulos no marco de um plano para lutar contra o tráfico de pessoas.
A secretária de Prevenção de Tráfico de Pessoas de Córdoba, María Amelia Chiofalo, confirmou nesta segunda-feira que as passagens são oferecidas como uma opção dentro de outras alternativas.
''Primeiro lhes oferecemos ir a um albergue ou hotel e também a possibilidade de um subsídio e inclusive um trabalho'', disse a funcionária em declarações publicadas no site do jornal ''La Voz del Interior'', de Córdoba.
O jornal publicou os testemunhos de três prostitutas que foram presas após a aprovação da lei e que rejeitaram o oferecimento de passagens para voltar às suas cidades de origem.
Entre eles está o de uma dominicana, María, de 35 anos, que rejeitou a alternativa de retornar a seu país.
''Eu vou continuar trabalhando. Mando o dinheiro para meu filho poder estudar em um colégio particular. Disse aos psicólogos que preciso de um trabalho de 3 mil pesos mensais (R$ 1.330) para deixar de prostituir-me. Mas não me ofereceram nada. Quem vai sustentar meus filhos? Eu não vim a Argentina por gosto: vim por necessidade'', declarou a mulher.
O jornal apontou, no entanto, que a maioria das mulheres abordadas nas operações de fechamento de prostíbulos em Córdoba, realizadas há um mês e meio, aceitou a passagem para voltar para seus lares.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados