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O representante do PRI reiterou a plena disposição de seu partido "de dialogar com todas as forças políticas do país para construir acordos que propiciem o crescimento econômico, a geração de empregos, a segurança pública, a diminuição da violência, o combate à corrupção e a transparência governamental".
Segundo Coldwell, é o momento de se "empreender os trabalhos necessários e urgentes em benefício da vida e do desenvolvimento dos mexicanos, que esperam e vão exigir de todos os funcionários eleitos em 1º de julho bons resultados e prestação de contas desde o primeiro dia de sua gestão".
O partido de Peña Nieto reconheceu a "exemplar participação dos cidadãos na organização e vigilância do pleito", assim como "a atuação responsável das autoridades eleitorais" no processo que está para ser concluído.
A impugnação apresentada pelo Movimento Progressista buscava a anulação das últimas eleições presidenciais com o argumento de que não foram "livres" nem "autênticas".
Após não aceitar a reivindicação, o Tribunal Eleitoral convocou hoje uma sessão pública na qual anunciará a contagem final das eleições presidenciais, emitirá sua declaração de validade do pleito e nomeará Peña Nieto como vencedor.
Nas eleições de 1º de julho, o candidato do PRI obteve 38,2% dos votos (19,2 milhões), à frente do esquerdista López Obrador, que ficou com 31,6% do total (15,89 milhões de votos).
Após a mensagem de Coldwell, o líder esquerdista anunciou que não aceita a decisão do Tribunal Eleitoral e chamou seus simpatizantes à desobediência civil "pela via pacífica" com uma primeira concentração no dia 9 de setembro no Zócalo (Praça da Constitução) da Cidade do México.
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