Aguarde...
CrimesAnistia elogia avanço contra impunidade na América Latina
DesastreVítimas de tornado estão perplexas sobre como sobreviveram
AtaquesEUA reconhecem terem matado 4 americanos no exterior
BombaIrã leva adiante usina nuclear que preocupa Ocidente
BlocoAliança do Pacífico não é retórica, diz chanceler colombiana
Reino UnidoSoldado morto e dois suspeitos feridos em ataque em Londres
DanosPrejuízo de tornado pode ultrapassar US$ 2 bilhões, diz EUA
Política Venezuela aprova crédito para comprar papel higiênico
RelatórioIrã acelera instalação de equipamento nuclear, diz AIEA
PresidenteObama viaja a Oklahoma para inspecionar danos por tornado
Haiti: surto de cólera já atingiu 1.500 pessoas no país que tenta se reconstruir após o terremoto
Brasília - O presidente do Haiti, Michel Martelly, foi apedrejado ontem (17) à tarde, na capital haitiana, Porto Príncipe. Manifestantes lançaram pedras contra o presidente durante um desfile de carnaval. Segundo o governo, “desordeiros” promoveram os ataques, que estão sendo investigados pelo procurador do governo, Jean-Renel Senatus.
Depois da agressão, os responsáveis se esconderam em uma universidade próxima a uma praça – onde vivem cerca de 20 mil pessoas que perderam suas casas durante o terremoto de 12 de janeiro de 2010.
Martelly foi atingido no ombro, desequilibrou-se e quase caiu. Mas, de acordo com as autoridades haitianas, ele não ficou ferido e passa bem. No momento dos ataques, ocorria um desfile de carnaval e também um protesto envolvendo estudantes e simpatizantes do governo.
A Cruz Vermelha do Haiti atendeu alguns feridos. De acordo com informações preliminares, no local havia estudantes de várias nacionalidades – canadenses, franceses e até brasileiros – que participavam de um encontro internacional.
No último dia 1º, Martelly se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff, que foi até Porto Príncipe. Na conversa, Dilma disse que o governo brasileiro está disposto a continuar a colaborar com a reconstrução do Haiti – devastado pelo terremoto ocorrido há dois anos quando cerca de 220 mil pessoas morreram.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados