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Integrantes da banda punk Pussy Riot sentam por trás das grades no tribunal de Moscou: as três integrantes do Pussy Riot são julgadas desde julho em Moscou
Moscou - O músico britânico Paul McCartney aderiu nesta quinta-feira à campanha de apoio às três integrantes do grupo punk russo Pussy Riot, as quais podem ser condenadas à prisão por causa um protesto contra o presidente russo, Vladimir Putin, realizado em uma catedral de Moscou.
"Queridas Nadia, Katia e Masha. Escrevo para mostrar o meu apoio nestes momentos de dificuldade (...). Acredito que as autoridades russas devam respeitar os princípios da liberdade de expressão para todos os cidadãos e não lhes castigar pelo protesto", assinala a carta de apoio enviada por McCartney e divulgada hoje pelas agências de notícias russas.
"No mundo civilizado, muita gente tem direito de expressar suas opiniões e isto não acarreta em nenhum prejuízo. Estou convencido de que este é o melhor caminho para qualquer sociedade", afirmou o ex-Beatle.
"Espero que sejam fortes. Tenho certeza que muita gente, como eu, acredita na liberdade de expressão e fará tudo o que for possível para apoiar vocês e a ideia da livre expressão artística", completa o músico na mesma carta.
McCartney é o último de uma longa lista de estrelas mundiais da música que expressaram apoio às três jovens, que foram presas no último mês de março após realizar um protesto na catedral de Cristo Salvador de Moscou.
"Madre de Dios, joga a Putin", dizia a canção interpretada pelo grupo punk feminista, a mesma que se transformou em um grande sucesso do YouTube.
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