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O presidente cubano, Raúl Castro: Regime castrista deve começar a permitir ''as liberdades políticas que o povo cubano exige'', ressaltou Hammer
Washington - O governo dos Estados Unidos reafirmou nesta quinta-feira sua disposição de ''estabelecer uma nova relação'' com Cuba, mas insistiu que o regime de Raúl Castro deve tomar várias medidas, inclusive a libertação do prestador de serviços do governo americano, Alan Gross.
''Neste mandato, o governo dos EUA disse repetidamente que está aberto a estabelecer uma nova relação com Cuba'', mas o governo cubano deve começar pelo respeito aos direitos básicos, disse Mike Hammer, subsecretário de Estado para Assuntos Públicos, a jornalistas estrangeiros.
''As tendências autoritárias são muito evidentes... e isso tem que acabar'', afirmou Hammer.
Ao enumerar as medidas que Cuba deve tomar para facilitar o diálogo, Hammer enumerou a liberdade de expressão à população cubana, o fim dos ''maus-tratos'' aos dissidentes da sociedade civil e a libertação de prisioneiros políticos.
O subsecretário reiterou a reivindicação do governo dos EUA pela libertação, por razões humanitárias, do prestador de serviços americano Alan Gross, condenado em 2011 a 15 anos de prisão em Cuba.
A mensagem dos Estados Unidos às autoridades cubanas é ''muito clara'': o regime castrista deve começar a permitir ''as liberdades políticas que o povo cubano exige'', ressaltou Hammer.
Hammer destacou a condenação que o Departamento de Estado fez na quarta-feira sobre as detenções de ativistas durante o funeral do dissidente Oswaldo Payá. Ele fez essas declarações em resposta à proposta que o presidente de Cuba, Raúl Castro, fez nesta quinta-feira de abrir um diálogo com os Estados Unidos onde todos os assuntos seriam abordados, inclusive a liberdade de imprensa e os direitos humanos.
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