Aguarde...
FraudeEx-milionário ganha US$ 40 por mês limpando na prisão
VenezuelaCapriles lembra que voto é secreto e rebate ameaça de Maduro
AcidentePelo menos 20 feridos em colisão de trens nos EUA
PretensõesPresidente colombiano anuncia que será candidato à reeleição
H7N9 Mortos por gripe aviária na China já chegam a 36, diz OMS
SustoHomem armado dispara e assusta atores no Festival de Cannes
ArmamentoRússia enviou mísseis antinavio à Síria, dizem EUA
ArgentinaExposição no Vaticano homenageia o país do papa
GovernoMaduro completa um mês à frente de uma Venezuela em crise
ProblemasCanadenses grávidas vão à Justiça por anticoncepcional
O presidente da Síria, Bashar al-Assad: ''Assad deve deixar o poder, e quanto antes melhor'', afirmou o ministro de Relações Exteriores francês, Laurent Fabius
Paris - A comunidade internacional, exceto pela China e pela Rússia, entrou em um acordo nesta sexta-feira em Paris para que os crimes do regime da Síria não fiquem impunes, e pediu uma ''ação mais forte'' do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A declaração final da terceira conferência dos Amigos do Povo Sírio inclui também uma convocação para apoiar a oposição síria e reforçar a ajuda humanitária.
As delegações dos 107 países que participaram da reunião se comprometeram a garantir que ''os responsáveis dos crimes não fiquem impunes''.
''Assad deve deixar o poder, e quanto antes melhor'', afirmou o ministro de Relações Exteriores francês, Laurent Fabius, ao fim de um encontro onde disse que ''é indispensável que a resistência continue no local'' mas ''ao mesmo tempo, que se aumente a pressão internacional''.
Fabius destacou que ''mais da metade de países do mundo'' manifestaram sua rejeição ao regime de Damasco.
Os participantes disseram, em sua declaração, que contribuirão para ''reunir os elementos de prova que permitirão, quando chegar o momento, fazer com que os responsáveis das violações, graves, sistemáticas e em grande escala, prestem contas quanto aos direitos humanos, principalmente sobre violações suscetíveis de serem crimes contra a humanidade''.
Nesse sentido, os responsáveis e apoiadores da repressão devem ''ser mais dura e amplamente castigados'', ressalta o texto.
Além disso, o apoio à ''oposição democrática'' e às ''redes de solidariedade locais'' será dado ''de maneira mais ativa'' e a ajuda humanitária à população será reforçada, além de garantir solidariedade com a reconstrução do país, uma vez derrubado o regime de Damasco. ''Esta é uma manhã boa para o povo sírio e ruim para o regime de Assad'', resumiu Fabius.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados