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Zurique, na Suíça: um empregado em Zurique deve investir o ganho em uma média de 22 horas de trabalho para comprar um iPhone
Genebra - Oslo, Tóquio e Zurique são as cidades mais caras do mundo, segundo uma análise feita pelo maior banco suíço, UBS, de 122 produtos e serviços, mas se juntarem os aluguéis, Nova York, Hong Kong e Dubai, aparecem como as mais caras.
No extremo oposto estão Nova Délhi e Mumbai, como as mais baratas, segundo a 15ª edição de sua publicação "Preços e Salários".
O UBS compara este ano o número de horas de trabalho e conclui que Ásia, África, Oriente Médio e América do Sul são as regiões onde mais se trabalha, com uma média de 2.000 horas anuais.
Em contraste, as cidades da Europa ocidental em geral gozam do menor número de horas de trabalho diário - com Paris, Lyon (França) e Copenhague à frente - e do maior número de dias remunerados de férias.
Na América Latina, o panorama é misto. Por um lado está a Cidade do México, onde os assalariados recebem o menor número de dias de férias pagas de todas as cidades avaliadas - com uma média de seis dias por ano -, enquanto no Rio de Janeiro e São Paulo se tem direito a cerca de 30 dias.
Zurique, Genebra e Copenhague estão entre os lugares onde os salários são mais elevados, embora esta última cidade sai dos primeiros três lugares e é substituída por Luxemburgo se forem considerados os salários uma vez deduzidos os impostos e contribuições sociais.
Nova Délhi e Mumbai aparecem nos últimos lugares porque ali os trabalhadores recebem cerca de 6% do que ganham os de Zurique.
Para comparar o poder aquisitivo, a análise ressalta que em Tóquio são necessários nove minutos de trabalho para comprar um hambúrguer "Big Mac", enquanto em Nairóbi são necessários 81 minutos.
Um empregado em Zurique deve investir o ganho em uma média de 22 horas de trabalho para comprar um iPhone, enquanto que em Manila é preciso cerca de 450 horas.
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