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São Paulo - Paul Ryan, escolhido como vice de Mitt Romney na campanha para presidente dos Estados Unidos nas eleições americanas, não tem apenas apoio “moral” de grandes nomes do mercado financeiro. Muita gente de Wall Street já doou dinheiro para Ryan em outras campanhas.
O site Financial News levantou uma lista com nomes de pessoas da indústria de private equity, corretoras de valores, bancos de investimentos e gestores de fundos que já chegaram a dar dinheiro para o agora candidato à vice-presidência dos Estados Unidos ou para seu comitê de campanha em outras eleições.
Segundo as regras dos Estados Unidos, uma pessoa pode doar até 2,5 mil dólares para um candidato ou comitê por período eleitoral ou até 5 mil dólares por ano.
A lista, reproduzida no The Wall Street Journal, aponta nomes como o de Charles Schwab, fundador da corretora de mesmo nome, que cresceu com base no modelo de corretagem de baixo custo. A empresa de Schwab voltou ao centro das atenções no final do ano passado por entrar com ação jurídica contra 11 grandes bancos americanos, acusando-os de manipulação da libor.
Executivos de outras grandes instituições, como Goldman Sachs e Morgan Stanley, também já doaram para Paul Ryan. Confira o nome dos executivos de corretoras e bancos de investimentos que já doaram o candidato, segundo levantamento do Financial News.
| Quem? | Cargo e empresa | Quanto? | Quando? |
|---|---|---|---|
| Muneer Satter | ex-diretor do Goldman Sachs | US$ 5 mil e US$ 2,4 mil | 2011 e 2010, respecitvamente |
| Michael Grimes | codiretor de tecnologia global no Morgan Stanley | US$ 5 mil | 2012 |
| Charles Schwab | fundador da corretora Charles Schwab | US$ 3,33 mil | 2011 |
| Joe DiSabato | Diretor do GS Growth, divisão do Goldman Sachs | US$ 2,5 mil | 2012 |
| Brady Dougan | CEO do Credit Suisse | US$ 2,5 mil | 2006 |
| Reginald Browne | gestor de ETFs na Knight Capital | US$ 1 mil | 2012 |
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