Aguarde...
RaridadeAmericano compra casa e encontra gibi de mais de US$ 100 mil
BarbadosMorre, aos 113 anos, o segundo homem mais velho do mundo
DrogasPrefeito de Toronto diz que não fumou crack nem é viciado
FMILagarde escapa de investigação na França
AtentadoAudiência de suspeitos por atentado de Boston é adiada
ReconstruçãoNova York reabre praias após longo recuperação por "Sandy"
EquadorCorrea defende integridade de Chávez e do casal Kirchner
PontíficePapa tuíta para Igreja e celebra missa para chineses
ArgentinaCristina Kirchner comemora "década K" cercada de escândalos
AcusaçãoPresidente sul-coreana é chamada de "maníaca por confrontos"
Armas: para as ONGs, o tratado deve exigir dos países a adoção de medidas de regulação em âmbito nacional para impedir a exportação "irresponsável" de munições
Brasília - Representantes dos países na Organização das Nações Unidas (ONU) preparam o primeiro Tratado de Comércio de Armas Convencionais em âmbito internacional. A primeira versão do texto decepcionou os que defendem maiores restrições para países que violam os direitos humanos. O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, disse que os esforços são para aperfeiçoar o texto.
Há 6 anos, a Assembleia Geral da ONU adotou a primeira resolução sobre o Tratado de Comércio de Armas Convencionais, abrindo o período para consultas. O objetivo das negociações é adotar um instrumento com força de lei que contemple os padrões internacionais sobre transações de armamento.
Organizações não governamentais (ONGs), como a Anistia Internacional e Arms Control Association, pediram ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que impeça o "colapso das negociações" em torno de um texto e "acabe com o comércio irresponsável e ilícito de armas".
Para as ONGs, o tratado deve exigir dos países a adoção de medidas de regulação em âmbito nacional para impedir a exportação "irresponsável" de munições. O objetivo é impedir a transferência de armas para regiões que possam usar os armamentos para atos de genocídio, crimes de guerra ou contra a humanidade.
No entanto, Obama enfrenta internamente a oposição da indústria de armamentos, a National Rifle Association (NRA), e do Partido Republicano cujos membros no Congresso consideram o tratado uma ameaça à segurança nacional, à política externa, aos interesses econômicos e direitos constitucionais norte-americanos.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados