São Paulo – Quando foi candidata ao Senado pelo Paraná em 2010, Gleisi Hoffmann (PT) recebeu quase R$ 8 milhões de reais em doações de pessoas físicas e jurídicas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.

O senador Roberto Requião (PMDB), que também foi eleito, arrecadou R$ 3,1 milhões.

Na lista de doadores da petista, predominam empreiteiras como Camargo Corrêa (R$ 1 milhão), OAS (R$ 780 mil), CR Almeida (R$ 250 mil) e UTC Engenharia (R$ 250 mil).

O Banco Fator e a Bunge Fertilizantes doaram R$ 100 mil reais cada, e a IBQ Indústria Química, R$ 250 mil.

O curioso é que aparece o nome do marido dela, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, entre as pessoas físicas que colaboraram com a campanha.

No dia 20 de julho de 2010, Paulo Bernardo Silva, cujo CPF é 112.538.191-49, doou R$ 15 mil reais à esposa por meio de transferência eletrônica (veja imagem acima). 

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