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Apoio | 21/03/2014 11:49

Malásia solicita mais ajuda para buscar avião desaparecido

Autoridades malaias solicitaram mais ajuda internacional para continuar com a busca no Oceano Índico do avião desaparecido em 8 de março

No entanto, Abbott advertiu hoje que se desconhece a procedência dos objetos, que poderiam ser "contêineres caídos de um navio".

As autoridades buscam um objeto de cerca de 24 metros e outro menor a cerca de 2.500 quilômetros o sudoeste da cidade de Perth, que poderiam estar vinculados ao voo MH370 de Malaysia Airlines desaparecido.

O ministro australiano de Defesa, David Johnston, indicou ao canal "ABC" que poderia tomar entre dois ou três dias para identificar os objetos registrados pelo satélite, devido às dificuldades climatológicas e de acesso à zona.

Outra possibilidade é que os restos tenham afundado após dias flutuando à deriva, segundo apontou Warren Truss, que atua como primeiro-ministro interino da Austrália pela ausência de Abbott no país.

Por outra parte e perante a possibilidade de que o avião se deslocou ao norte, as autoridades do Cazaquistão informaram à Malásia que não registraram sinais do voo MH370 em seu território.

O avião Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desapareceu do radar cerca de 40 minutos após decolar de Kuala Lumpur com rumo a Pequim e desde então não se sabe nada sobre o que aconteceu com ele.

O que se sabe é que o avião mudou de rumo e chegou à Península de Malaca, mas a partir daí não há mais rastros.

Seus ocupantes eram 153 chineses, 50 malaios (12 formavam a tripulação), sete indonésios, seis australianos, cinco indianos, quatro franceses, três americanos, dois neozelandeses, dois ucranianos, dois canadenses, um russo, um holandês, um taiuanês e dois iranianos que embarcaram com passaportes roubados de um italiano e um austríaco.

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