Aguarde...
EUA"Devemos terminar a tarefa de derrotar Al Qaeda", diz Obama
EUAObama condena ataque em Londres e apoia Reino Unido
ONUCerca de 300 mil pessoas fugiram dos combates em Darfur
AtaquePresos mais dois suspeitos por assassinatos em Londres
LondresMilitar morto tinha 25 anos e serviu missões no Afeganistão
Lista Alemanha é o país mais bem visto pelo mundo; Irã é o pior
PresidenteAssad quer combater terrorismo e encontrar solução política
PolíticosPresidente do Equador assume neste sábado mandato até 2017
RDCRebeldes congoleses fazem trégua para visita de Ban Ki-moon
EventoRússia diminui mais de 50% de custos na organização da Copa
Incêndio no complexo do consulado americano em Benghazi: quatro cidadãos americanos foram mortos no ataque
Brasília – Autoridades da Líbia anunciaram a criação de uma comissão independente para apurar o ataque ao Consulado dos Estados Unidos, há dois dias, que matou o embaixador norte-americano Christopher Stevens e mais três funcionários da representação. Em decorrência das mortes, o governo norte-americano enviou fuzileiros navais ao país e reforçou a segurança nas embaixadas e nos consulados no exterior.
O porta-voz da Alta Comissão de Segurança do Ministério do Interior, Abdelmonem Al Horr, anunciou a criação da comissão que será integrada por um juiz e vários especialistas dos ministérios do Interior e da Justiça. Segundo Al Horr, a investigação é “muito complicada”. "Houve tiros provenientes de uma quinta nas proximidades. Precisamos de tempo para determinar as responsabilidades”, disse.
Ontem (12) as autoridades líbias pediram desculpas aos norte-americanos, atribuindo a simpatizantes do ex-presidente Muammar Kadhafi e integrantes da rede Al Qaeda as responsabilidades pelo ataque. Homens armados e encapuzados atearam fogo ao consulado dos Estados Unidos, em Benghazi, em protesto ao filme, produzido por norte-americanos, sobre Maomé.
As primeiras informações são que Stevens morreu asfixiado durante o incêndio. O prédio da representação diplomática ficou destruído. O ataque foi uma reação que faz parte de uma onda de indignação que surgiu em alguns países muçulmanos após a circulação, pela internet, de trechos do filme.
Informações preliminares indicam que o vídeo foi produzido por um californiano de 52 anos, chamado Sam Bacile, e promovido por um expatriado egípcio copta, uma etnia da região que prega o cristianismo. Os dois são descritos como indivíduos com posturas críticas ao Islã. Um trailer do filme de baixo orçamento foi postado no YouTube, traduzido para o árabe. Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados