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Bandeira rebelde em Damasco, capital da Síria: conflitos no país e na Líbia causaram o sequestro de cidadãos iranianos, que pedem mediação internacional
Teerã - Um total de 60 cidadãos do Irã sequestrados na Síria e Líbia espera a mediação da ONU, além de outras organizações internacionais e dos governos da Turquia e do Catar, para conseguir sua libertação, disse nesta quarta-feira o ministro de Relações Exteriores iraniano, Ali Akbar Salehi.
Em entrevista à agência iraniana "Isna", Salehí revelou que enviou diferentes cartas tanto ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, como à Cruz Vermelha Internacional, à Organização de Conferência Islâmica, e à Liga Árabe, nas quais pediu a intervenção desses organismos.
"Espero que o conjunto de organizações internacionais e os governos amigos na região tomem as medidas necessárias para conseguir, o mais breve possível, a libertação destes sequestrados", declarou.
Na Síria, cujo regime conta com o firme respaldo de Teerã, estão sequestrados pelo menos 53 iranianos, inclusive os 48 capturados no sábado passado, e na Líbia são sete, que estão há oito dias em poder de seus sequestradores.
Em meados de dezembro do ano passado aconteceu o primeiro sequestro desta série, quando, em dois dias consecutivos, foram capturados primeiro cinco e depois outros dois iranianos que trabalhavam nas obras de uma central elétrica no sul da cidade síria de Homs.
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