Aguarde...
SudãoCombates entre Exército e rebeldes deixam 24 feridos
TensãoONU critica "provocações" da Coreia do Norte com mísseis
ProtestoHomem sobe na cúpula do Vaticano em protesto contra o euro
MoscouForças de segurança russas frustram possível atentado
HistóriaAmostra de sangue de Gandhi vai a leilão em Londres
SaúdeGrã-Bretanha fará teste genético para pacientes com câncer
ParalisaçãoBolívia adia negociação com trabalhadores
PazGoverno colombiano e Farc negociam primeiro item de acordo
FronteiraÍndia e China se comprometem a resolver antiga disputa
JornalAtaques cibernéticos da China aos EUA teriam sido retomados
Mineiros em greve comemoram o aumento de 22% do salário, na África
Marikana - Os mineiros em greve na mina da Lonmin em Marikana, na África do Sul, disseram nesta terça-feira que aceitaram uma oferta de aumento salarial e voltarão a trabalhar na quinta-feira, após seis semanas de inquietação no setor de mineração da maior economia da África.
Os grevistas reunidos aplaudiram perto da mina, a 100 quilômetros a noroeste de Johanesburgo, quando foram informados da oferta de 22 por cento de aumento salarial, disse uma testemunha à Reuters.
Em outro sinal de que as semanas de protestos trabalhistas no cinturão de platina da África do Sul poderiam estar terminando, a maior produtora de platina do mundo, a Anglo American Platinum, disse que havia retomado suas operações na área de Rustenburgo, afetada por uma greve.
"A Anglo American Platinu Limited (Amplats) confirma que todas as suas operações foram retomadas em Rustenburgo, a partir do turno desta manhã", disse a empresa em um comunicado.
As greves no setor de mineração afetaram a moeda local, o rand, elevando o risco de default na dívida sul-africana e motivando alguns investidores estrangeiros nervosos a vender ações em empresas de mineração.
O conflito de seis semanas no setor de mineração, que custou 45 vidas, também acendeu críticas contra o presidente Jacob Zuma e seu Congresso Nacional Africano. Eles enfrentam acusações de adversários políticos de que têm negligenciado os trabalhadores pobres e ficado do lado dos empresários ricos.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados